sexta-feira, outubro 23, 2026
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CENIBRA revela árvores centenárias com até 264 anos em Minas Gerais

Foto: Reprodução / Portal Minas em Dia

As florestas preservadas pela CENIBRA guardam histórias que atravessam séculos. Uma descoberta realizada em áreas da companhia revelou a existência de árvores centenárias, incluindo um jequitibá-rosa de 264 anos, cujos primeiros anéis de crescimento começaram a se formar em 1760, décadas antes da Independência do Brasil.

A identificação foi possível graças a um trabalho científico desenvolvido pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), que analisou o tronco de um jequitibá-rosa encontrado caído em uma das áreas da empresa. O resultado revelou a longevidade da árvore e abriu caminho para novas investigações sobre exemplares históricos preservados nas florestas da companhia.

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A pesquisa utilizou a dendrocronologia, ciência que estuda os anéis de crescimento das árvores para determinar sua idade. Cada anel representa uma parte da história de desenvolvimento do vegetal, permitindo aos pesquisadores identificar registros naturais acumulados ao longo de décadas e séculos.

A descoberta inicial levou à análise de outros cinco jequitibás-brancos localizados na Fazenda Macedônia, área vinculada à CENIBRA. Os exemplares também surpreenderam pela idade: 254, 200, 168, 155 e 104 anos, conforme as estimativas realizadas pela equipe da UFLA.

Entre as árvores analisadas, algumas já existiam quando importantes acontecimentos históricos transformavam o Brasil. A longevidade desses exemplares evidencia o valor ambiental das áreas florestais e a importância da conservação de espécies que fazem parte da história natural de Minas Gerais.

Árvores centenárias revelam a importância da preservação ambiental

Mais do que identificar a idade de árvores gigantes, o levantamento científico contribui para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade presente nas áreas mantidas pela CENIBRA.

A presença de jequitibás com mais de dois séculos demonstra a relevância desses exemplares para o patrimônio natural e reforça a importância de iniciativas voltadas à conservação das florestas.

O trabalho também destaca a contribuição da pesquisa acadêmica para a compreensão dos ecossistemas. Por meio da análise dos anéis de crescimento, os pesquisadores conseguem recuperar informações sobre a trajetória das árvores e aprofundar os estudos sobre sua longevidade.

Para a CENIBRA, descobertas dessa natureza reforçam o compromisso da companhia com a biodiversidade e a preservação ambiental. A empresa destaca que iniciativas como essa permitem revelar histórias escondidas nas florestas e valorizar a riqueza natural presente em suas áreas.

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Conteúdo original do Portal Minas em Dia.
Reprodução sem autorização não é permitida.

Fonte:
https://minasemdia.com.br

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