O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que o sigilo de oito anos que a instituição impôs sobre os documentos relativos à liquidação do Banco Master não foi uma medida excepcional.
Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, nesta quarta-feira (8), no Senado, Galípolo afirmou que a decisão, de novembro do ano passado, seguiu norma interna em vigor desde 2018, quando a instituição era presidida pelo economista Ilan Goldfajn.
“Antes, eram dez anos para todos os bancos. Agora, são dez anos para bancos maiores e oito para bancos menores”, disse Galípolo.
Segundo o presidente do BC, a decisão de não tornar públicos, antes de 2033, os detalhes que motivaram o BC a decretar a liquidação extrajudicial do Master se assemelha a várias outras resoluções adotadas em recentes processos de intervenção em instituições financeiras.
“De 2018 para cá, todas as 16 resoluções que existiram seguiram estritamente esta regra”, dise o presidente do BC, comentando que, como atual dirigente da instituição, não lhe cabe desobedecer a regra em vigor há sete anos. “Quem tem poder de mudá-la que o faça.”
Padronização de decisões evita eventuais questionamentos sobre legalidade das liquidações, diz Galípolo. Foto: Lula Marques/Agência Brasil.
Segundo Galípolo, a padronização das decisões busca evitar eventuais questionamentos sobre a legalidade das liquidações e consequentes processos judiciais de reparação, como os que o Banco Central e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estão respondendo na Justiça por duas liquidações decretadas de 20 a 50 anos atrás.
“Estamos respondendo a pedidos de indenização bilionários dos acionistas destes bancos [liquidados]”, destacou Galípolo. “Por isto, entendemos ser fundamental seguirmos o rito o mais estritamente possível. Justamente para evitarmos dar algum tipo de subsídio para eventuais questionamentos.”
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em novembro de 2025. Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado.
Para sustentar o modelo, segundo investigadores, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente o balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.
De acordo com Galípolo, no dia em que o BC decretou a liquidação, o Master tinha em caixa apenas 10% do valor de que precisava para pagar os CDBs que estavam vencendo na mesma data. “Isso gerou a liquidação do banco”, afirmou Galípolo, assegurando que, quando assumiu a presidência do BC, em janeiro de 2025, o banco “já estava sofrendo com problemas de liquidez e com dificuldades para continuar captando recursos com garantia do FGC”.
A ArcelorMittal, maior produtora de aço no Brasil e líder global, celebra o Dia Nacional do Aço, em 9 de abril, com foco em inovação e no desenvolvimento de soluções de alto valor agregado para fortalecer sua competitividade no mercado nacional.
A empresa mantém investimentos contínuos no avanço do aço inteligente, que integra tecnologia de ponta, eficiência dos processos e energética e sustentabilidade. Esses esforços resultam no desenvolvimento de materiais resistentes, de alta qualidade e sustentáveis, voltados para setores estratégicos como construção civil, automotivo e infraestrutura, reforçando o pioneirismo e o DNA inovador da empresa.
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Para assegurar que todas essas soluções cheguem aos clientes, a ArcelorMittal conta com a maior rede de distribuição e serviços do país. Com mais de 100 unidades distribuídas em todas as regiões brasileiras, a rede amplia a capilaridade e a proximidade com os consumidores. A empresa responde hoje por 42% da produção nacional de aço bruto.
Programa XCarb® – Um dos destaques é o programa XCarb®, que reúne todas as iniciativas da companhia para a produção de aço com baixa pegada de carbono. A linha XCarb® atende diferentes segmentos, com soluções voltadas tanto para a construção civil quanto para aplicações industriais.
Na construção civil, a linha XCarb®, que inclui vergalhões CA50 e bobinas de aços planos, é protagonista em edifícios residenciais de alto padrão e projetos sustentáveis. Os produtos estão em linha com a nova tendência de industrialização da construção civil, ao evitar desperdício de material no canteiro de obras e agilizar prazos de entrega de obras. Para o setor industrial, o portfólio inclui produtos como a Barra Chata Mola XCarb® e o Perfil U XCarb®, amplamente aplicados na indústria automotiva, além da Cantoneira XCarb®, utilizada em diferentes aplicações industriais.
Complementando esse portfólio tecnológico, a empresa tem ainda o Magnelis®, revestimento de zinco, alumínio e magnésio que oferece propriedades de autocicatrização e resistência superior à corrosão, ideal para ambientes agressivos e áreas litorâneas.
Outro avanço significativo da empresa é o desenvolvimento de aços de alta resistência produzidos de forma pioneira no Brasil, como o ArcelorMittal CA70 S, que apresenta até 40% mais resistência à tração em comparação ao CA50 convencional e está sendo utilizado na construção do Senna Tower, em Balneário Camboriú (SC), futura maior torre residencial do mundo.
Entre essas soluções também está a Cantoneira 60+, desenvolvida para aplicações que exigem elevado desempenho estrutural, com foco em torres de transmissão de energia, além de usos em equipamentos industriais, estruturas metálicas e outros projetos que demandam maior desempenho do aço.
Ainda na construção civil, a ArcelorMittal consolidou a Steligence, uma metodologia mundial que avalia cada empreendimento de forma inteligente, considerando três pilares da sustentabilidade: econômico, ambiental e social. Para apoiar essa jornada, a empresa conta com um time de especialistas dedicado a propor as soluções em aço mais otimizadas e aderentes às necessidades de cada projeto, da fundação à cobertura.
Com o Steligence, é possível reduzir o consumo de materiais, aumentar a durabilidade das estruturas, otimizar prazos de obra e minimizar impactos ambientais. Tudo isso com mais segurança e produtividade no canteiro.
CRIAÇÃO DE VALOR – “A inovação faz parte do DNA da ArcelorMittal e está presente em todas as etapas da nossa produção. O aço que entregamos ao mercado, feito no Brasil, combina segurança, qualidade mundial e contribui diretamente para a geração de emprego, renda e desenvolvimento para o país. Acreditamos que inovar é criar valor para os negócios, impulsionando uma trajetória de crescimento sustentável que assegura a longevidade da empresa. Isso só é possível graças às pessoas que integram nosso time e que, todos os dias, transformam desafios em oportunidades e resultados concretos”, diz Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos LATAM.
“Ao integrar tecnologias avançadas e soluções customizadas, a ArcelorMittal não apenas resolve problemas específicos da cadeia produtiva, mas estabelece uma distinção competitiva sólida, preparando o negócio e a sociedade para os desafios do futuro. Essa capacidade de antecipar demandas e transformar conhecimento em desempenho nos posiciona com mais agilidade e eficiência em mercados cada vez mais exigentes. Competitividade, para nós, é resultado de inovação aplicada, proximidade com os clientes e evolução contínua dos nossos processos”, afirma Everton Negresiolo, CEO ArcelorMittal Aços Longos LATAM.
PORTFÓLIO – portfólio completo de produtos e soluções da ArcelorMittal Brasil atende atualmente mais de 100 mil clientes por ano e contribui para ganhos de produtividade, redução de custos e melhoria de desempenho em diferentes aplicações. Ao transformar o feedback dos clientes em inovação, a empresa fortalece o relacionamento com o mercado e amplia o valor entregue em eficiência, sustentabilidade e desempenho nas obras e indústrias.
O aço ArcelorMittal está presente em grandes obras no Brasil e em alguns dos principais cartões-postais do país, como a Ponte Rio-Niterói (RJ), o Elevador Lacerda (BA), a Arena MRV (MG) e o Memorial da América Latina (SP).
Sobre a ArcelorMittal
Maior produtor de aço no Brasil e líder no mercado global, o Grupo ArcelorMittal tem cerca de 125 mil empregados, sendo 20 mil na operação brasileira, e atende a clientes em 129 países. No país, a empresa tem unidades industriais em oito estados (MG, ES, RJ, SC, CE, BA, SP e MS), além da maior rede de distribuição e do portfólio mais diversificado do setor de produtos e soluções em aço. Foi a primeira empresa das Américas a obter o ResponsibleSteel, uma das certificações em ESG mais respeitadas no mundo, o que reforça o propósito de produzir aços inteligentes para as pessoas e o planeta.
As plantas brasileiras têm capacidade de produção anual de 15,5 milhões de toneladas de aço bruto e de 8 milhões de toneladas de minério de ferro e atendem às indústrias automobilística, construção civil, eletrodomésticos, óleo e gás, máquinas e equipamentos, dentre outras. A empresa atua, ainda, em autogeração de energia renovável, produção de carvão vegetal e tecnologia da informação. Ao unir sustentabilidade, segurança, inovação e qualidade, a ArcelorMittal impulsiona o desenvolvimento social e econômico do país e dos brasileiros. Nas áreas sociais e de saúde, o grupo mantém a Fundação ArcelorMittal, com iniciativas que já impactaram mais de 11 milhões de pessoas em 38 anos de história, e a Abertta Saúde, operadora de autogestão em saúde exclusiva para empregados e familiares, com atendimento a aproximadamente 58 mil pessoas.
Um incêndio em uma carreta mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar na manhã desta quarta-feira (8/4), na BR-381, no trevo de acesso a Barão de Cocais, no município de São Gonçalo do Rio Abaixo, na Região Central de Minas Gerais.
De acordo com o 11º Batalhão de Bombeiros Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 7h20, após acionamento via COBOM. No local, os militares encontraram o veículo completamente tomado pelas chamas. A carreta transportava produtos diversos, como cremes e eletrodomésticos.
Apesar da intensidade do incêndio, não houve registro de vítimas. O trânsito na região foi controlado e sinalizado pela concessionária Nova 381, garantindo a segurança dos motoristas que passavam pelo trecho.
As equipes iniciaram imediatamente o combate ao fogo, utilizando técnicas específicas e cerca de 2 mil litros de água para o resfriamento da estrutura do veículo.
Segundo informações apuradas no local, a carreta havia tombado durante a madrugada, em um acidente sem vítimas. Já no período da manhã, a carga teria sido saqueada e, em seguida, o veículo foi incendiado.
Durante a ocorrência, a equipe inicial foi substituída por militares do Corpo de Bombeiros de São Gonçalo do Rio Abaixo, que deram continuidade aos trabalhos e realizaram o rescaldo.
A ocorrência foi encerrada por volta das 9h, sem registro de feridos.
O desempenho do setor automotivo em março superou as expectativas da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo balanço da associação, divulgado nesta quarta-feira (8), este foi o melhor mês para a produção de veículos desde outubro de 2019 e também o melhor mês de março desde 2018, com 264,1 mil unidades produzidas entre automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões. Isso representou uma alta de 35,6% sobre março de 2025 e de 27,6% sobre fevereiro.
“Tivemos um excelente número de produção no mês de março, o melhor resultado em um mês desde outubro de 2019, pré-pandemia. Esse foi um dado que nos chamou bastante a atenção”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, durante entrevista à imprensa.
No acumulado do ano, a produção somou 634,7 mil unidades, um incremento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do bom resultado, Calvet acentuou que o setor se mantém em alerta, principalmente pela conjuntura externa e os conflitos no Oriente Médio que podem continuar pressionando o preço do petróleo.
Quanto aos emplacamentos, este foi o melhor mês de março desde 2013, com 269,5 milhões de autoveículos comercializados. Este também foi, segundo a Anfavea, o melhor resultado para um mês desde dezembro de 2014.
Na comparação com março do ano passado, houve aumento de 37,8% nos emplacamentos. No entanto, a Anfavea ressalta que neste ano o mês de março teve mais dias úteis que no ano passado, quando teve o carnaval. Já em relação a fevereiro, o aumento foi de 45,5%.
Considerando-se as vendas do primeiro trimestre deste ano, o crescimento alcançou 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado, com 625,2 mil veículos emplacados.
“O desempenho surpreende, mas ainda não é tempo de comemorarmos. Março surpreende, mas são os próximos meses que vão definir como vamos lidar com o restante do ano”, disse Calvet.
Caminhões
Um dos destaques do mês foi o segmento de caminhões, com 8,8 mil unidades emplacadas, 31,9% a mais que fevereiro, mas 6,2% inferior a março de 2025. Isso se deveu, de acordo com a associação, ao lançamento do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos na troca de caminhões mais antigos.
“No segmento de caminhões, tivemos agora um suspiro. Não foi ainda um respiro profundo, mas um pequeno suspiro”, disse o presidente da entidade. “Ainda é um cenário ruim, mas é menos pior, embora ainda seja de bastante preocupação”, ressaltou.
Exportações e importações
As exportações atingiram 40,4 mil unidades em março deste ano, o que representou um crescimento de 21,1% sobre fevereiro e de 1,1% em relação a março de 2025.
Já as importações somaram 47,3 mil unidades, incremento de 40% em relação a fevereiro e 25,7% ante março do ano passado.
Crescimento
Mesmo com as incertezas provocadas principalmente pela guerra no Oriente Médio, a Anfavea manteve suas projeções de crescimento neste ano.
Segundo a entidade, a expectativa é que de 2026 feche com alta de 3,7% na produção de veículos – o que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões.
Também é esperada alta no licenciamento desses veículos, que devem crescer em torno de 2,7% neste ano.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite desta terça-feira (07/04), mais de 8 kg de drogas durante fiscalização no km 347 da BR-381, em João Monlevade (MG). Um homem de 50 anos, morador de Ribeirão das Neves (MG), foi preso por tráfico de drogas.
A abordagem ocorreu por volta das 22h, quando os policiais deram ordem de parada a um veículo Fiat Argo. No carro estavam o condutor, sua esposa e dois filhos menores, de 3 e 5 anos.
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Durante a fiscalização, o motorista apresentou nervosismo e comportamento agitado. Os policiais também perceberam odor característico de maconha no interior do veículo e notaram inconsistências nas informações sobre a viagem, como a ausência de bagagens, apesar da alegação de que permaneceriam fora por vários dias.
Diante da suspeita, foi realizada busca minuciosa no automóvel. No interior do painel, foram encontrados seis tabletes de crack. Já em uma mochila, foram localizados dois tabletes de skunk, uma forma mais potente da maconha.
Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 6,1 kg de crack e cerca de 2,3 kg de skunk. Também foram recolhidos três aparelhos celulares.
Questionados, os ocupantes afirmaram que a passageira não teria conhecimento da existência das drogas. Em seguida, ambos optaram por permanecer em silêncio.
Diante dos fatos, o condutor foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi encaminhado, juntamente com o veículo, os entorpecentes e os demais materiais apreendidos, à Delegacia de Polícia de João Monlevade (MG) para as providências cabíveis.
Dois homens foram presos por tráfico ilícito de drogas na tarde desta terça-feira (7/4), no bairro Iguaçu, em Ipatinga, no Vale do Aço. A ação foi realizada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), após levantamento de informações sobre o transporte de entorpecentes na região.
Segundo a PM, havia a suspeita de que um indivíduo estaria em um ônibus intermunicipal com destino a Coronel Fabriciano, transportando uma caixa com forte odor de maconha. Diante das informações, equipes iniciaram rastreamento e tentaram interceptar o coletivo na BR-381.
Durante a ação, o suspeito desembarcou no bairro Iguaçu e embarcou em um veículo de passeio. Os militares conseguiram abordar o automóvel, onde estavam dois indivíduos, de 23 e 50 anos.
Na busca veicular, foi localizada uma caixa contendo três barras e uma grande quantidade de substância semelhante à maconha, já fracionada e pronta para comercialização. Um dos abordados afirmou ter transportado o material a pedido de terceiros, sem fornecer mais detalhes.
O condutor do veículo apresentou versões contraditórias sobre a corrida e, conforme a PM, possui registro anterior por tráfico de drogas. Ainda durante a abordagem, os policiais encontraram com um dos suspeitos um cartão bancário em nome de terceiro, sem origem comprovada.
Diante dos fatos, os dois homens foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com todo o material apreendido. O veículo utilizado na ação, um Fiat Uno de cor prata, foi removido ao pátio credenciado.
Materiais apreendidos:
Três barras de maconha
Diversas porções de maconha
Um aparelho celular Samsung
Um aparelho celular Motorola
Um cartão de crédito
A ocorrência foi registrada e segue sob investigação das autoridades competentes.
No mês de março, a cesta básica ficou mais cara em todas as capitais brasileiras e também no Distrito Federal.
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, levantamento que é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em Manaus, onde o custo médio variou 7,42%, seguida por Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 0,77%, em São Luís, e 10,93%, em Aracaju.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas. O grão preto, por exemplo, subiu nas capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17% (Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais, variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Segundo a pesquisa, essa alta no feijão ocorreu por causa da restrição da oferta, já que houve dificuldades na colheita.
Também houve aumentos nos preços do tomate, da carne bovina de primeira e do leite integral.
Em março, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ R$ 883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97), Cuiabá (R$ 838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). No Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45), Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco (R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
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Os interessados deverão encaminhar o currículo exclusivamente pelos canais informados na divulgação da vaga (e-mail, WhatsApp ou outro meio indicado), informando de forma clara a vaga de interesse.
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Reforçamos a importância de que os candidatos leiam atentamente todas as informações da vaga antes de se candidatar e enviem currículo apenas para as oportunidades que estejam de acordo com seu perfil profissional.
Destacamos ainda que o site não realiza qualquer tipo de cobrança financeira dos usuários, em nenhuma etapa.
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Terrabel abre vagas para motorista de caminhão traçado e mecânico – Minas em Dia
Divulgação: Terrabel
A Terrabel está com oportunidades abertas para contratação de profissionais nas funções de motorista de caminhão traçado e mecânico de máquinas e caminhões. As vagas são destinadas a candidatos com experiência e atuação em cidades estratégicas de Minas Gerais.
Vaga: Motorista de Caminhão Traçado
A oportunidade é para atuação em Congonhas, com jornada administrativa das 7h às 17h.
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Principais atividades:
Conduzir caminhão traçado em vias urbanas e áreas de mineração;
Realizar inspeções e zelar pela conservação do veículo;
Preencher checklists e comunicar necessidades de manutenção;
Apoiar operações de carga e descarga;
Atuar junto à equipe nas frentes de serviço.
Requisitos:
Ensino médio completo;
CNH categoria D;
Experiência em áreas de mineração;
Experiência comprovada em carteira como motorista de veículos pesados.
Vaga: Mecânico de Máquinas e Caminhões
A vaga é para atuação em Itabirito, com escala 3×3, das 6h às 18h.
Principais atividades:
Manutenção de máquinas pesadas;
Preparação de peças para montagem e desmontagem;
Inspeção e testes de funcionamento;
Cumprimento de normas técnicas, de segurança e ambientais.
Requisitos:
Curso técnico em mecânica ou áreas afins (desejável);
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