Em uma campanha voltada à conscientização sobre saúde mental, a CENIBRA – Celulose Nipo-Brasileira S.A. reforçou, neste Setembro Amarelo, a importância de reconhecer sinais de sofrimento emocional, oferecer apoio sem julgamentos e procurar atendimento profissional quando necessário.
O material divulgado pela empresa aborda diferentes aspectos relacionados à prevenção ao suicídio e amplia a discussão para um problema que vem ganhando espaço no cotidiano: os vícios ligados a jogos online e outras formas de comportamento compulsivo.
A proposta é incentivar a informação, a prevenção e, principalmente, a construção de redes de apoio capazes de acolher pessoas que estejam enfrentando períodos de sofrimento intenso.
Sinais de sofrimento não devem ser ignorados
Entre os pontos destacados na campanha estão mudanças de comportamento que podem indicar que uma pessoa está passando por dificuldades emocionais.
O material chama atenção para situações como afastamento de amigos, familiares e atividades que antes faziam parte da rotina, além de desesperança, pensamentos negativos, falas ou atitudes de despedida e aumento do consumo de álcool ou outras drogas.
A mensagem central é de que esses sinais devem ser levados a sério, especialmente quando aparecem em conjunto ou representam uma mudança significativa de comportamento.
Mais do que identificar possíveis sinais, a prevenção também passa pela disposição de ouvir e acolher.
Vícios também podem afetar profundamente a saúde mental
Outro eixo abordado pela CENIBRA relaciona vícios e saúde mental.
A campanha destaca que comportamentos compulsivos podem estar associados a ansiedade, depressão, culpa e isolamento social. No caso de jogos e apostas, as consequências podem atingir também a vida financeira e familiar.
Entre os possíveis impactos mencionados estão endividamento familiar, perda de patrimônio e agravamento do sofrimento emocional. O material também orienta atenção a comportamentos como esconder o tempo ou o dinheiro gasto e apresentar irritação ou dificuldade de se desconectar.
A orientação é procurar ajuda diante desses sinais, antes que as consequências se tornem ainda mais graves.
Saúde mental também é construída no dia a dia
A campanha não se limita aos sinais de alerta. A CENIBRA também apresenta medidas relacionadas ao cuidado cotidiano com a saúde mental.
Entre elas estão alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos, fortalecimento das relações familiares e sociais, autoestima e senso de pertencimento e utilidade.
Essas ações não substituem acompanhamento profissional quando ele é necessário, mas podem contribuir para uma rotina com mais equilíbrio e suporte emocional.
A existência de uma rede de apoio também aparece como ponto importante. Familiares, amigos, colegas de trabalho e pessoas próximas podem exercer papel relevante ao perceber mudanças de comportamento e ajudar na busca por atendimento.
Como ajudar alguém que pode estar em risco
A campanha da CENIBRA dedica ainda uma orientação específica para quem percebe sinais de sofrimento em outra pessoa.
A recomendação é agir com empatia e sem julgamentos, permitindo que a pessoa fale sobre o que está sentindo e evitando minimizar o sofrimento.
Frases que tratam o sofrimento como “fraqueza” ou como uma tentativa de “chamar atenção” devem ser evitadas, pois podem aumentar o isolamento e afastar a pessoa da ajuda necessária.
Ao perceber sinais preocupantes, a orientação é incentivar a procura por um profissional ou serviço de saúde e, sempre que possível, acompanhar a pessoa nesse processo.
Procurar ajuda é parte da prevenção
A mensagem divulgada pela CENIBRA neste período reforça que ninguém precisa enfrentar sofrimento emocional sozinho.
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188, com atendimento 24 horas.
Também é possível procurar Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Unidades Básicas de Saúde (UBS), que integram a rede pública de atendimento.
Em situações de emergência, a orientação é buscar atendimento imediato por meio do SAMU, pelo telefone 192, ou procurar uma UPA ou pronto-socorro.
Setembro Amarelo amplia espaço para o diálogo
Ao colocar saúde mental, prevenção ao suicídio e dependências comportamentais no centro da discussão, a campanha busca estimular uma atitude que pode fazer diferença: prestar atenção, ouvir e procurar ajuda diante de sinais de sofrimento.
A iniciativa integra as ações do Setembro Amarelo e reforça uma abordagem em que prevenção também significa combater preconceitos, ampliar o acesso à informação e fortalecer redes de cuidado.
O material divulgado pela CENIBRA resume essa proposta ao mostrar que reconhecer sinais é apenas uma parte do processo. O passo seguinte é transformar a percepção em acolhimento e encaminhamento para atendimento adequado.
Onde buscar ajuda
CVV: 188 — apoio emocional gratuito e sigiloso, 24 horas
CAPS e Unidades Básicas de Saúde: atendimento pela rede pública
SAMU: 192 — situações de emergência
UPAs e pronto-socorros: atendimento presencial de urgência
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Conteúdo original do Portal Minas em Dia.
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