quarta-feira, julho 29, 2026

Ipoema perde Dona Maria Aurélia, referência do Grupo das Lavadeiras e guardiã da cultura popular

Ipoema se despede de Dona Maria Aurélia, referência do Grupo das Lavadeiras e símbolo da preservação da cultura popular. Foto Reprodução / Portal Minas em Dia

O distrito de Ipoema, em Itabira, amanheceu mais triste com a notícia do falecimento de Maria Aurélia, carinhosamente conhecida por toda a comunidade como Dona Maria Aurélia. Reconhecida como uma das mais importantes integrantes do tradicional Grupo das Lavadeiras de Ipoema, ela dedicou mais de 20 anos de sua vida à preservação da cultura popular, tornando-se um dos principais símbolos da história e das tradições locais.

A informação foi divulgada pelo Museu do Tropeiro, que lamentou profundamente a partida daquela que marcou gerações com sua alegria, simplicidade e compromisso com a valorização da cultura ipoemense.

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Durante mais de duas décadas, Dona Maria Aurélia participou ativamente das apresentações, encontros culturais e ações desenvolvidas pelo Grupo das Lavadeiras, ajudando a manter viva uma das manifestações culturais mais tradicionais da região.

Seu canto, seu sorriso acolhedor e sua energia contagiante tornaram-se marcas registradas de sua trajetória. Para companheiras do grupo, familiares, amigos e admiradores, ela representava muito mais do que uma integrante: era um exemplo de dedicação, união e amor pela história de Ipoema.

Legado que permanecerá vivo

Em nota de pesar, o Museu do Tropeiro destacou que a presença de Dona Maria Aurélia permanecerá eternizada nas lembranças, nas canções e em cada apresentação realizada pelo grupo.

A instituição ressaltou ainda a imensa gratidão por todos os ensinamentos deixados ao longo dos anos, destacando que seu legado continuará inspirando futuras gerações comprometidas com a preservação da cultura popular.

“O legado de amor, dedicação e respeito que Dona Maria Aurélia construiu permanecerá vivo na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, destacou a homenagem.

Patrimônio cultural de Ipoema

O Grupo das Lavadeiras de Ipoema é reconhecido por manter vivas tradições ligadas ao cotidiano das antigas lavadeiras do distrito, preservando cantos, histórias e costumes que fazem parte da identidade cultural da comunidade.

Ao longo dos anos, Dona Maria Aurélia tornou-se uma das figuras mais queridas e respeitadas do grupo, participando de apresentações que emocionaram moradores e visitantes em diversos eventos culturais de Minas Gerais.

Sua contribuição ultrapassa o aspecto artístico e passa a integrar a memória afetiva e o patrimônio imaterial de Ipoema.

Solidariedade à família

Neste momento de despedida, familiares, amigos e toda a comunidade recebem inúmeras manifestações de carinho e solidariedade.

O Portal Minas em Dia manifesta seus mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos, integrantes do Grupo das Lavadeiras e à equipe do Museu do Tropeiro, desejando que Dona Maria Aurélia descanse em paz e que sua história continue inspirando as futuras gerações.

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Itatiaia

AMIG Brasil propõe comitê internacional sobre minerais críticos durante Congresso Mundial de Mineração no Peru

Marco Antônio Lage e líderes internacionais no WMC2026 / Divulgação: AMIG Brasil

Em meio à corrida global por minerais críticos — insumos essenciais para a transição energética e para novas tecnologias —, a articulação internacional tem se tornado decisiva para países ricos em recursos naturais. Foi nesse contexto que a Associação Brasileira de Municípios Mineradores (AMIG Brasil) participou do 27º Congresso Mundial de Mineração (WMC 2026), em Lima, no Peru, reforçando a importância da presença brasileira nos principais fóruns globais do setor.

Além de acompanhar a programação estratégica do congresso, o presidente da entidade, Marco Antônio Lage, foi convidado para integrar uma mesa-redonda de alto nível com o tema “Rumo a uma Mineração do Futuro: Cadeias de Valor Resilientes, Sustentáveis e Competitivas em Minerais Críticos”.

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O debate reuniu lideranças internacionais e evidenciou o papel central da América Latina no fornecimento de recursos estratégicos para a economia de baixo carbono.


Durante o evento, a AMIG Brasil apresentou uma proposta estratégica que foi prontamente acolhida pelos participantes: a criação de um comitê internacional entre países latino-americanos para discutir e revisar os marcos regulatórios do continente.

A iniciativa, apoiada pelo ministro de Energia e Minas do Peru, Waldir Eloy, que a considera inovadora, busca orientar o novo ciclo da mineração, garantindo que a região atue de forma coordenada diante da crescente demanda global por recursos estratégicos.

Marco Antônio Lage e Waldir Eloy
Marco Antônio Lage e Waldir Eloy / Divulgação: AMIG Brasil

Organizado pelo Instituto de Ingenieros de Minas del Perú (IIMP), o WMC reúne autoridades, especialistas e representantes da indústria para debater temas como sustentabilidade ambiental, segurança no fornecimento de minerais e atração de investimentos.

O evento deste ano consolidou o Peru como um dos protagonistas globais na produção de cobre, zinco e outros recursos fundamentais para a transição energética.


A participação da AMIG Brasil reforça o posicionamento da entidade em ampliar sua inserção nas agendas internacionais, com foco na troca de conhecimento e na incorporação de melhores práticas para a mineração pública no país.

Com 37 anos de atuação, a entidade representa municípios mineradores e afetados pela atividade mineral, defendendo um modelo que equilibre desenvolvimento econômico, justiça social e preservação ambiental.

Durante sua participação, Marco Antônio Lage destacou que o momento global exige mais do que expansão produtiva.

“Estamos diante de uma discussão estratégica sobre terras raras e minerais críticos, fundamentais para a transição energética. A AMIG Brasil apoia a indústria mineral e reconhece a importância dos investimentos, mas defende uma mineração mais justa, sustentável e inclusiva — não apenas no discurso, mas na prática”, afirmou.

Lage ressaltou que as inquietações e pautas defendidas pela AMIG no Brasil são compartilhadas por outros países latino-americanos.

Ao participar como convidado do governo peruano, ele destacou que problemas relacionados a marco regulatório, fiscalização, questões ambientais e tributárias são gargalos comuns à Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Brasil — países com reservas estratégicas de minerais críticos.


Um dos principais pontos defendidos pelo presidente da AMIG foi a necessidade de mudança no modelo econômico da mineração na América Latina.

Segundo ele, países como o Brasil ainda operam majoritariamente como exportadores de commodities, sem capturar plenamente os benefícios da cadeia produtiva.

“O Brasil, por exemplo, é uma potência geológica, assim como o Peru, mas essa riqueza não se traduz em benefícios sociais proporcionais. Hoje, grande parte do beneficiamento ocorre fora do país — a China é um exemplo claro dessa capacidade. Para 17 dos 34 minerais classificados como críticos pela União Europeia, a China responde por pelo menos 70% da extração ou do refino global. Precisamos mudar essa lógica e agregar valor aos nossos produtos”, destacou.

Nesse contexto, Lage defendeu a construção de uma política mineral mais robusta, capaz de atrair investimentos não apenas para a exploração, mas também para o beneficiamento e a industrialização, promovendo inovação, desenvolvimento tecnológico e geração de conhecimento.

“O comitê proposto servirá como base para políticas industriais que ampliem o conhecimento geológico e a agregação de valor nos países de origem”, enfatizou.


Durante o debate, o presidente da AMIG também chamou atenção para entraves estruturais que limitam o desenvolvimento do setor no Brasil.

Entre eles, um marco regulatório considerado ultrapassado — com código minerário de 1967 —, fragilidade na fiscalização e distorções tributárias.

“Hoje, o Brasil não cobra imposto de exportação sobre minerais, o que estimula a venda de commodities sem valor agregado. Isso ocorre também por causa da Lei Kandir, de 1996, que isentou as empresas exportadoras do pagamento do ICMS”, pontuou.

Segundo ele, cerca de 90% da produção nacional de minério de ferro é isenta deste imposto, o que gera impacto de bilhões de reais nos cofres dos estados produtores.

“Somente em 2025, foram exportadas cerca de 431 milhões de toneladas de produtos do setor mineral (alta de 7,1% em relação a 2024), totalizando aproximadamente US$ 46 bilhões (alta de 6,2%). O minério de ferro respondeu por 63,3% das exportações. Trata-se de um volume expressivo com baixa retenção de valor para União, estados e municípios”, alertou.

Além disso, Lage destacou a estrutura de fiscalização insuficiente e concessões minerárias sem prazo definido.

“Esses fatores dificultam a construção de uma mineração mais sustentável e eficiente”, explicou.

Outro ponto crítico é o baixo conhecimento geológico do território nacional.

“O Brasil conhece oficialmente apenas cerca de 38% do seu subsolo. Muitas vezes, empresas internacionais sabem mais sobre nossas reservas do que o próprio país. Isso precisa ser corrigido com investimento em pesquisa e desenvolvimento”, afirmou.


Marco Antônio Lage e líderes internacionais no WMC2026
Marco Antônio Lage e líderes internacionais no WMC2026 / Divulgação: AMIG Brasil

A fala de Lage também enfatizou a necessidade de garantir que a mineração deixe um legado positivo para os territórios.

Ele citou os impactos de desastres recentes e questionou o retorno efetivo da atividade para as comunidades locais.

“A nossa história, no Brasil, mostra que ofertamos nossas riquezas, mas não colhemos os benefícios sociais. A pergunta que fica é: o que permanece para os territórios após a mineração?”, pontuou.

Como exemplo, mencionou o caso de Itabira (MG), cidade na qual é prefeito, berço da mineração da Vale, que enfrenta o esgotamento de suas reservas e o risco de declínio econômico.

“Essa realidade precisa mudar e servir de alerta para toda a América Latina”, disse.

Para o dirigente, a potência geológica continental deve servir ao desenvolvimento econômico e social das cidades mineradas.

“Nossa riqueza precisa gerar mais legado para as futuras gerações e para nossas comunidades”, reforçou.

Lage enfatizou ainda que a América Latina concentra reservas estratégicas para a transição energética global.

“Precisamos atuar de forma coordenada para garantir que essa riqueza beneficie nossos povos”, afirmou.

Ele também destacou que a atração de investimentos internacionais deve estar alinhada a critérios de sustentabilidade e desenvolvimento local.

“Queremos investimentos da China, dos Estados Unidos, da Europa, mas com condições que garantam agregação de valor, inclusão social e proteção ambiental”, disse, defendendo a convergência de políticas públicas na América do Sul.

Por fim, Lage alertou para os riscos de decisões apressadas diante da crescente demanda por minerais críticos.

“Vivemos um momento de urgência global, mas essa urgência não pode se tornar uma armadilha que impeça a estruturação de um modelo mais justo e sustentável. Por isso, o comitê cuja criação foi aprovado aqui se torna tão relevante”, concluiu.

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Vale inicia obras de descaracterização dos Diques Minervino e Cordão Nova Vista, em Itabira (MG)

Vale inicia obras de descaracterização dos Diques Minervino e Cordão Nova Vista no Sistema Pontal, em Itabira / Foto: Reprodução Portal Minas em Dia

A Vale inicia, neste mês de junho, as obras de descaracterização dos Diques Minervino e Cordão Nova Vista, localizados no Sistema Pontal, em Itabira (MG). As intervenções incluem a adequação dos sistemas de drenagem, a retirada parcial do rejeito e a revegetação da área. No pico das atividades, serão gerados cerca de 300 empregos diretos e indiretos, com priorização de contratação de mão de obra local.

“Seguimos avançando no Programa de Descaracterização em Itabira. Nosso compromisso é conduzir esse processo com segurança, responsabilidade e transparência, adotando medidas para minimizar impactos às comunidades, aos trabalhadores e ao meio ambiente, além de contribuir para a geração de emprego na região”, avalia Gladson Dias, gerente de Descaracterização e Projetos Geotécnicos da Vale.


As atividades ocorrerão em horário comercial, com adoção de medidas para minimizar os impactos, como a utilização de aspersores de água e aplicação de supressor de poeira nas vias.

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Além disso, serão realizados monitoramentos da qualidade do ar, dos níveis de ruído e das vibrações em pontos previamente definidos.

As obras serão acompanhadas pelos órgãos competentes e pela auditoria técnica independente do Ministério Público.


A conclusão das obras de descaracterização do dique Minervino está prevista para 2030 e do Cordão Nova Vista para 2033.

As estruturas não recebem rejeitos desde 2019 e possuem Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva, documento técnico emitido por empresa independente, que atesta a segurança das estruturas.

O monitoramento é realizado de forma contínua pelo Centro de Monitoramento Geotécnico (CMG) da Vale.


Oito das dez estruturas previstas no Programa de Descaracterização em Itabira, entre barragens e diques, já tiveram as obras de descaracterização concluídas, restando os Diques Minervino e Cordão Nova Vista.

Para que as obras aconteçam de forma segura para as pessoas e para o meio ambiente, foram adotadas medidas adicionais de segurança, como a implantação da Estrutura de Contenção a Jusante (ECJ2), concluída em setembro de 2025, e a realização das obras de reforço do Dique Minervino, finalizadas em dezembro do ano passado.


Das 30 estruturas que fazem parte do Programa de Descaracterização da Vale no Brasil, já foram concluídas as obras em 19, sendo 16 em Minas Gerais e três no Pará, o que equivale a 63% do programa.

Já foram investidos R$ 13,3 bilhões desde 2019.

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Confira as funções! Construtora Nóbrega Pimenta abre dezenas de vagas para Asfalto e Terraplenagem em Minas Gerais

Foto: Reprodução / Minas em Dia

A Construtora Nóbrega Pimenta está com diversas vagas de emprego abertas para profissionais que desejam atuar nas equipes de Asfalto e Terraplenagem nas regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

Com atuação desde 1977, a empresa é referência em obras de infraestrutura, terraplenagem e pavimentação, oferecendo soluções para grandes projetos de construção pesada, aliando tecnologia, qualidade, segurança e produtividade.

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Segundo a empresa, as oportunidades são voltadas para profissionais que desejam crescer em uma organização comprometida com a excelência operacional e o desenvolvimento da infraestrutura brasileira.

Confira as vagas disponíveis

  • Almoxarife
  • Apontador
  • Armador
  • Assistente Administrativo
  • Auxiliar Administrativo
  • Auxiliar de Controle de Manutenção
  • Auxiliar de Eletricista
  • Auxiliar de Laboratorista
  • Auxiliar de Mecânico
  • Auxiliar de Topografia
  • Carpinteiro
  • Comprador
  • Controlador de Manutenção
  • Eletricista
  • Faxineiro(a)
  • Gredista
  • Laboratorista
  • Lavador
  • Lubrificador
  • Mecânico
  • Motorista de Caminhão Pipa
  • Motorista de Carreta
  • Motorista de Carreta Prancha
  • Motorista de Comboio
  • Motorista de Munck
  • Motorista de Truck
  • Operador de Bob Cat
  • Operador de Caminhão Espagidor
  • Operador de Escavadeira
  • Operador de Munck
  • Operador de Retroescavadeira
  • Operador de Rolo
  • Operador de Usina de Asfalto
  • Pedreiro
  • Porteiro
  • Rasteleiro
  • Servente
  • Soldador
  • Técnico de Enfermagem do Trabalho
  • Técnico de Segurança do Trabalho
  • Topógrafo
  • Zelador

Atuação

As oportunidades são destinadas às equipes que atuarão em obras nas regiões do:

  • Triângulo Mineiro
  • Alto Paranaíba

Como se candidatar

Os interessados podem realizar o cadastro gratuitamente por meio do formulário disponibilizado pela empresa:

👉 Cadastro de currículos:
Neste link

Também é possível conhecer mais sobre a empresa acessando o site oficial:

🌐 Construtora Nóbrega Pimenta:
http://www.nobregapimenta.com.br/

A empresa destaca que busca profissionais comprometidos com a segurança, qualidade e desenvolvimento da infraestrutura nacional, oferecendo oportunidades para diferentes áreas da construção pesada.

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Com 23 passagens por furto, homem é preso novamente após arrombar loja no Centro de Ipatinga

Foto: Reprodução / Portal Minas em Dia

Um homem de 37 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) após furtar uma loja mediante arrombamento na manhã desta sexta-feira (26), na Avenida Vinte e Oito de Abril, no Centro de Ipatinga, no Vale do Aço.

Segundo informações da Polícia Militar, equipes foram acionadas pelo Centro de Operações Policiais Militares (COPOM) após o proprietário do estabelecimento relatar que um indivíduo havia quebrado a vitrine da loja utilizando uma pedra para invadir o local.

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Após entrar no estabelecimento, o suspeito furtou uma bolsa feminina e um par de calçados femininos, fugindo logo em seguida.

Com acesso às imagens do sistema de monitoramento da loja, os militares conseguiram identificar o suspeito, que já era conhecido das equipes policiais pela prática recorrente de crimes patrimoniais na região central de Ipatinga.

Diante das informações, foi iniciado um intenso rastreamento pelas ruas do Centro da cidade.

Pouco tempo depois, o homem foi localizado, abordado e preso em flagrante. Durante a ação, todos os materiais furtados foram recuperados e devolvidos.

O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de plantão, onde permaneceu à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

Histórico criminal

De acordo com a Polícia Militar, o homem possui um extenso histórico criminal relacionado a furtos.

Conforme levantamento da corporação, entre os anos de 2023 e 2025 ele foi registrado como autor de 23 furtos na área central de Ipatinga, sendo amplamente conhecido pelas forças de segurança em razão da reincidência nesse tipo de crime.

Polícia Militar de Minas Gerais

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MIP abre vaga de estágio para estudantes de Mecânica ou Eletromecânica em Belo Horizonte

MIP abre vaga de estágio para estudantes de Mecânica ou Eletromecânica em Belo Horizonte – Minas em Dia

MIP Engenharia abre oportunidades de emprego em Mariana para profissionais das áreas de transporte e manutenção.

A MIP Engenharia está com uma oportunidade aberta para Estagiário Técnico em Mecânica ou Eletromecânica em Belo Horizonte (MG). A vaga é destinada a estudantes que estejam cursando o ensino técnico nas áreas de Mecânica ou Eletromecânica e desejam desenvolver experiência prática em uma das empresas de destaque no setor de engenharia.

Além de uma bolsa de até R$ 2.000, o estagiário contará com benefícios como vale-transporte, tíquete alimentação, restaurante na empresa e seguro de vida em grupo.

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Atividades do estágio

Entre as principais responsabilidades da função estão:

  • Auxiliar os profissionais do setor em processos de licitações;
  • Realizar cadastro de materiais técnicos no sistema RM;
  • Efetuar requisições técnicas de materiais para compras por meio do sistema;
  • Controlar e preencher indicadores do setor.

Requisitos

Para participar do processo seletivo, o candidato deverá:

  • Estar cursando o Curso Técnico em Mecânica ou Eletromecânica;
  • Possuir conhecimentos básicos no pacote Office, principalmente Excel;
  • Ter conhecimento em leitura e interpretação de desenhos técnicos;
  • Desejável conhecimento básico em AutoCAD.

Salário e benefícios

Salário:

Benefícios:

  • Seguro de vida em grupo;
  • Tíquete alimentação;
  • Restaurante na empresa;
  • Vale-transporte.

Candidate-se aqui:

Vaga de Estagiário Técnico em Mecânica ou Eletromecânica – MIP Engenharia (Catho)

É recomendável manter o currículo atualizado na plataforma antes de realizar a candidatura.

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Evento marca 84 anos da Vale em Itabira

Evento marca 84 anos da Vale em Itabira / Montagem: Portal Minas em Dia

Cidade onde a Vale foi fundada, Itabira foi palco, na manhã desta sexta-feira (26), da celebração dos 84 anos da empresa, marcada pela apresentação de iniciativas e investimentos voltados ao desenvolvimento sustentável do município e às oportunidades futuras. O evento reuniu empregados, autoridades, parceiros e representantes da comunidade.

Coral da Aposvale
Coral da Aposvale. Foto: Alec S. Coelho

Atualmente, a Vale mantém cerca de 10 mil trabalhadores no Complexo de Itabira, entre empregados próprios e contratados, impulsionando a economia local.

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Em 2025, a Vale movimentou cerca de R$ 1,2 bilhão em compras com fornecedores locais do município e, no primeiro trimestre de 2026, já foram R$ 269 milhões.

A estratégia fortalece o empreendedorismo e a geração de renda em Itabira, além de contribuir para a diversificação econômica de Itabira, com apoio ao desenvolvimento de fornecedores e estímulo a novas atividades produtivas.

“Ao longo dessas mais de oito décadas, aprendemos que crescer só faz sentido quando crescemos junto com a sociedade. Seguimos comprometidos em contribuir para que Itabira avance, com mais oportunidades, qualidade de vida e um olhar para o futuro”, destacou Diogo Monteiro, diretor do Complexo de Itabira, durante a abertura.

Diogo Monteiro, diretor do Complexo de Itabira, reforçou apoio da Vale no desenvolvimento sustentável de Itabira
Diogo Monteiro, diretor do Complexo de Itabira, reforçou apoio da Vale no desenvolvimento sustentável de Itabira. Foto: Alec S. Coelho – @minasemdia

Na área social, a empresa destacou iniciativas em educação, saúde e desenvolvimento local.

O programa Aprova+, por exemplo, já atendeu 240 jovens com preparação para o Enem.

Também foram apresentados projetos de qualificação profissional, apoio ao ensino superior — com quase R$ 19 milhões investidos na expansão do curso de Medicina da Funcesi, e a capacitação de mais de 2 mil profissionais da rede pública por meio do programa Ciclo Saúde.

Entre os projetos estruturantes, o destaque foi o Projeto Rio Tanque, voltado à segurança hídrica do município, com investimento estimado em quase R$ 1,2 bilhão e capacidade de atendimento de 113 mil itabiranos.


Durante a celebração, a Vale e o Sindicato Metabase de Itabira assinaram um protocolo de intenções para a revitalização do Clube Campestre Metabase, espaço tradicional de convivência dos trabalhadores e suas famílias.

Para André Viana, presidente do Metabase e integrante do Conselho de Administração da Vale, a iniciativa amplia o alcance social do clube e reforça o impacto direto na comunidade.

“Essa é uma parceria bilateral que envolve a revitalização deste importante clube histórico da cidade. A iniciativa vai ampliar o acesso ao lazer e fortalecer ações sociais que já fazem diferença na vida de muitas pessoas. Teremos um espaço com mais estrutura e qualidade para atender ainda mais gente”, afirmou Viana.


O evento também reforçou o compromisso com a segurança das operações, considerada prioridade pela empresa.

Em Itabira, a Vale já concluiu 80% do Programa de Descaracterização de Estruturas a Montante, com 8 das 10 estruturas com obras finalizadas.

As duas últimas estruturas remanescentes devem iniciar intervenções em breve, permitindo a conclusão do programa no município e reforçando a segurança das comunidades.

Outro destaque foi a estratégia para uma mineração mais tecnológica e sustentável, com a implantação da primeira Usina Modelo da empresa em Itabira, que utiliza inteligência artificial e automação e já apresenta aumento de 25% na produtividade.

O projeto envolveu a capacitação de 122 empregados, com mais de 2.800 horas de treinamento, preparando os profissionais para um ambiente mais digital e seguro.

“Estamos avançando com segurança e investindo em tecnologia para uma mineração mais sustentável, sem perder de vista que as pessoas estão no centro dessa mudança. Em Itabira, estamos preparando nossos profissionais e construindo, hoje, a mineração do futuro”, disse Rafael Bittar, vice-presidente de Serviços Técnicos da Vale, destacando a transformação do setor.


Como parte das comemorações, o programa Vale Música promove dois dias de apresentações gratuitas no município.

Nesta sexta-feira (26), às 20h, o Coral Jovem se apresenta no Teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade.

No sábado (27), também às 20h, a Orquestra Jovem Vale Música sobe ao palco na Praça do Areão, com participação da cantora Fernanda Takai.

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Minerais críticos: No Peru, AMIG Brasil propõe a criação de comitê latino-americano para unificar marcos regulatórios

A proposta, apresentada e aceita durante o WMC 2026, visa criar uma política mineral conjunta entre países da América Latina para agregar valor à cadeia produtiva e garantir legado social aos territórios_

Em meio à corrida global por minerais críticos — insumos essenciais para a transição energética e para novas tecnologias —, a articulação internacional tem se tornado decisiva para países ricos em recursos naturais. Foi nesse contexto que a Associação Brasileira de Municípios Mineradores (AMIG Brasil) participou do 27º Congresso Mundial de Mineração (WMC 2026), em Lima, no Peru, reforçando a importância da presença brasileira nos principais fóruns globais do setor.

Além de acompanhar a programação estratégica do congresso, o presidente da entidade, Marco Antônio Lage, foi convidado para integrar uma mesa-redonda de alto nível com o tema “Rumo a uma Mineração do Futuro: Cadeias de Valor Resilientes, Sustentáveis e Competitivas em Minerais Críticos”. O debate reuniu lideranças internacionais e evidenciou o papel central da América Latina no fornecimento de recursos estratégicos para a economia de baixo carbono.

Durante o evento, a AMIG Brasil apresentou uma proposta estratégica que foi prontamente acolhida pelos participantes: *a criação de um comitê internacional entre países latino-americanos para discutir e revisar os marcos regulatórios do continente*. A iniciativa, apoiada pelo ministro de Energia e Minas do Peru, Waldir Eloy, que a considera inovadora, busca orientar o novo ciclo da mineração, garantindo que a região atue de forma coordenada diante da crescente demanda global por recursos estratégicos.

Organizado pelo Instituto de Ingenieros de Minas del Perú (IIMP), o WMC reúne autoridades, especialistas e representantes da indústria para debater temas como sustentabilidade ambiental, segurança no fornecimento de minerais e atração de investimentos. O evento deste ano consolidou o Peru como um dos protagonistas globais na produção de cobre, zinco e outros recursos fundamentais para a transição energética.

*Agenda internacional e protagonismo dos territórios –* A participação da AMIG Brasil reforça o posicionamento da entidade em ampliar sua inserção nas agendas internacionais, com foco na troca de conhecimento e na incorporação de melhores práticas para a mineração pública no país.

Com 37 anos de atuação, a entidade representa municípios mineradores e afetados pela atividade mineral, defendendo um modelo que equilibre desenvolvimento econômico, justiça social e preservação ambiental. Durante sua participação, Marco Antônio Lage destacou que o momento global exige mais do que expansão produtiva.

“Estamos diante de uma discussão estratégica sobre terras raras e minerais críticos, fundamentais para a transição energética. A AMIG Brasil apoia a indústria mineral e reconhece a importância dos investimentos, mas defende uma mineração mais justa, sustentável e inclusiva — não apenas no discurso, mas na prática”, afirmou.

Lage ressaltou que as inquietações e pautas defendidas pela AMIG no Brasil são compartilhadas por outros países latino-americanos. Ao participar como convidado do governo peruano, ele destacou que problemas relacionados a marco regulatório, fiscalização, questões ambientais e tributárias são gargalos comuns à Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Brasil — países com reservas estratégicas de minerais críticos.

*Valor agregado no centro da estratégia –* Um dos principais pontos defendidos pelo presidente da AMIG foi a necessidade de mudança no modelo econômico da mineração na América Latina. Segundo ele, países como o Brasil ainda operam majoritariamente como exportadores de commodities, sem capturar plenamente os benefícios da cadeia produtiva.

“O Brasil, por exemplo, é uma potência geológica, assim como o Peru, mas essa riqueza não se traduz em benefícios sociais proporcionais. Hoje, grande parte do beneficiamento ocorre fora do país — a China é um exemplo claro dessa capacidade. Para 17 dos 34 minerais classificados como críticos pela União Europeia, a China responde por pelo menos 70% da extração ou do refino global. Precisamos mudar essa lógica e agregar valor aos nossos produtos”, destacou.

Nesse contexto, Lage defendeu a construção de uma política mineral mais robusta, capaz de atrair investimentos não apenas para a exploração, mas também para o beneficiamento e a industrialização, promovendo inovação, desenvolvimento tecnológico e geração de conhecimento. “O comitê proposto servirá como base para políticas industriais que ampliem o conhecimento geológico e a agregação de valor nos países de origem”, enfatizou.
*Desafios estruturais e necessidade de reformas –* Durante o debate, o presidente da AMIG também chamou atenção para entraves estruturais que limitam o desenvolvimento do setor no Brasil. Entre eles, um marco regulatório considerado ultrapassado — com código minerário de 1967 —, fragilidade na fiscalização e distorções tributárias.

“Hoje, o Brasil não cobra imposto de exportação sobre minerais, o que estimula a venda de commodities sem valor agregado. Isso ocorre também por causa da Lei Kandir, de 1996, que isentou as empresas exportadoras do pagamento do ICMS”, pontuou. Segundo ele, cerca de 90% da produção nacional de minério de ferro é isenta deste imposto, o que gera impacto de bilhões de reais nos cofres dos estados produtores.

“Somente em 2025, foram exportadas cerca de 431 milhões de toneladas de produtos do setor mineral (alta de 7,1% em relação a 2024), totalizando aproximadamente US$ 46 bilhões (alta de 6,2%). O minério de ferro respondeu por 63,3% das exportações. Trata-se de um volume expressivo com baixa retenção de valor para União, estados e municípios”, alertou.

Além disso, Lage destacou a estrutura de fiscalização insuficiente e concessões minerárias sem prazo definido. “Esses fatores dificultam a construção de uma mineração mais sustentável e eficiente”, explicou.

Outro ponto crítico é o baixo conhecimento geológico do território nacional. “O Brasil conhece oficialmente apenas cerca de 38% do seu subsolo. Muitas vezes, empresas internacionais sabem mais sobre nossas reservas do que o próprio país. Isso precisa ser corrigido com investimento em pesquisa e desenvolvimento”, afirmou.

*Mineração sustentável e legado para os territórios –* A fala de Lage também enfatizou a necessidade de garantir que a mineração deixe um legado positivo para os territórios. Ele citou os impactos de desastres recentes e questionou o retorno efetivo da atividade para as comunidades locais.

“A nossa história, no Brasil, mostra que ofertamos nossas riquezas, mas não colhemos os benefícios sociais. A pergunta que fica é: o que permanece para os territórios após a mineração?”, pontuou. Como exemplo, mencionou o caso de Itabira (MG), cidade na qual é prefeito, berço da mineração da Vale, que enfrenta o esgotamento de suas reservas e o risco de declínio econômico. “Essa realidade precisa mudar e servir de alerta para toda a América Latina”, disse.

Para o dirigente, a potência geológica continental deve servir ao desenvolvimento econômico e social das cidades mineradas. “Nossa riqueza precisa gerar mais legado para as futuras gerações e para nossas comunidades”, reforçou.

Lage enfatizou ainda que a América Latina concentra reservas estratégicas para a transição energética global. “Precisamos atuar de forma coordenada para garantir que essa riqueza beneficie nossos povos”, afirmou.

Ele também destacou que a atração de investimentos internacionais deve estar alinhada a critérios de sustentabilidade e desenvolvimento local. “Queremos investimentos da China, dos Estados Unidos, da Europa, mas com condições que garantam agregação de valor, inclusão social e proteção ambiental”, disse, defendendo a convergência de políticas públicas na América do Sul.

Por fim, Lage alertou para os riscos de decisões apressadas diante da crescente demanda por minerais críticos. “Vivemos um momento de urgência global, mas essa urgência não pode se tornar uma armadilha que impeça a estruturação de um modelo mais justo e sustentável. Por isso, o comitê cuja criação foi aprovado aqui se torna tão relevante”, concluiu.

Polícia Militar apreende motocicleta adulterada durante operação em Nova Era

Motocicleta adulterada apreendida em Nova Era – Divulgação: 17ª Cia PM Ind – João Monlevade

Uma motocicleta com sinais de adulteração foi apreendida pela Polícia Militar na tarde da última terça-feira (23), durante uma ação no bairro Santa Maria, em Nova Era, na região Central de Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 15h, na Rua Amador Terceiro, após os militares receberem uma denúncia e iniciarem diligências para averiguação.

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Durante a ação, os policiais visualizaram um indivíduo conduzindo uma motocicleta. Ao perceber a aproximação da equipe policial, o suspeito abandonou o local em fuga, dando início a um rastreamento na região.

Pouco tempo depois, a motocicleta foi localizada abandonada.

Durante a fiscalização, os militares constataram que o veículo estava sem placa de identificação, com o chassi raspado e apresentava indícios de adulteração no número do motor, características frequentemente associadas à tentativa de ocultar a origem do veículo.

Após levantamentos realizados pela equipe policial, foi possível identificar a motocicleta original.

O veículo foi apreendido e removido para um pátio credenciado, onde permanecerá à disposição das autoridades competentes.

A Polícia Militar realizou buscas nas imediações na tentativa de localizar o condutor que fugiu durante a abordagem, porém, até o encerramento da ocorrência, o autor não havia sido identificado.

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Comandante da 17ª Cia PM Ind participa de Fórum de Segurança Pública em Bela Vista de Minas

Major Rodrigo participa do 1º Fórum de Segurança Pública de Bela Vista de Minas promovido pelo CONSEP GJM – Divulgação: 17ª Cia PM Ind – João Monlevade / Portal Minas em Dia

Na tarde desta quinta-feira (25) por volta das 14hrs, o Comandante da 17ª Companhia de Polícia Militar Independente, Major Rodrigo, participou do 1º Fórum de Segurança Pública de Bela Vista de Minas, promovido pelo Conselho Geral de Segurança Pública de João Monlevade (CONSEP GJM).

O evento ocorreu na Igreja Batista da Lagoinha, bairro Santa Cruz e reuniu representantes da comunidade, autoridades e instituições com o objetivo de fortalecer o diálogo sobre segurança pública, promover a integração entre os diversos atores envolvidos e discutir estratégias voltadas à prevenção da criminalidade e ao bem-estar da população.

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A participação da Polícia Militar reforça o compromisso da Corporação com a proximidade junto à comunidade e a construção de soluções conjuntas para uma sociedade cada vez mais segura.

Polícia Militar de Minas Gerais: a força do povo mineiro, presença que protege.

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