Milhões de brasileiros pagam planos de saúde particulares todos os meses, mas também contribuem para manter o Sistema Único de Saúde (SUS). Isso acontece porque o financiamento da saúde pública vem dos impostos e contribuições arrecadados pelos governos federal, estaduais e municipais.
Na prática, quem possui um plano particular paga pela assistência privada e, ao mesmo tempo, participa do financiamento do SUS por meio dos tributos cobrados sobre salários, renda, produtos e serviços.
A Constituição Federal estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Por isso, mesmo quem possui plano particular não fica isento de impostos destinados ao financiamento da saúde pública.
Além disso, brasileiros que possuem planos privados também podem utilizar o SUS, incluindo serviços de vacinação, atendimento de emergência e procedimentos de alta complexidade.
Outro ponto importante é que as operadoras de planos de saúde podem ser obrigadas a ressarcir o SUS quando seus beneficiários recebem determinados atendimentos cobertos pelos contratos particulares.
Afinal, quem paga mensalmente por um plano particular continua contribuindo para um sistema público que, muitas vezes, utiliza pouco ou nunca.
O SUS não é grátis. Embora o cidadão não pague diretamente por consultas, exames e internações no momento do atendimento, todos esses serviços possuem custos financiados com dinheiro público. Em outras palavras, o SUS é gratuito para o paciente no momento do atendimento, mas é pago pela população brasileira por meio dos impostos e contribuições.
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Fonte:
https://minasemdia.com.br
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