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Vale leva Amazônia e Mata Atlântica ao Rock in Rio Brasil 2026

Vale no Rock in Rio Brasil 2026 / Créditos: José Alessandro

Rio de Janeiro, setembro de 2026 – Amazônia e Mata Atlântica serão o ponto de partida da presença da Vale no Rock in Rio Brasil 2026. Ao longo dos sete dias de festival, entre 4 e 13 de setembro, a companhia reunirá experiências conectadas por uma mesma narrativa: um estande sensorial inspirado nos biomas, uma clutch com estampas criadas por artistas do Pará e do Espírito Santo e o espetáculo imersivo ECCO by LightWire, que combina natureza, dança, música e tecnologia.

A participação integra a estratégia da Vale de utilizar a cultura e o entretenimento para aproximar novos públicos da agenda de florestas. A proposta não é reproduzir a complexidade dos biomas, mas apresentar referências da Amazônia e da Mata Atlântica por meio de diferentes linguagens artísticas, apoiadas na atuação concreta da companhia nesses territórios.

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“O Rock in Rio nos permite levar a agenda de florestas a públicos que dificilmente seriam alcançados pela comunicação corporativa tradicional. No festival, arte, tecnologia e cultura ajudam a traduzir referências da Amazônia e da Mata Atlântica em experiências que as pessoas possam compreender, sentir e compartilhar”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

A presença no festival também dá continuidade a uma estratégia iniciada em 2025, quando a Vale apoiou o movimento Amazônia Live – Hoje e Sempre e levou ao The Town uma experiência dedicada à biodiversidade amazônica. No Rock in Rio Brasil 2026, a narrativa passa a contemplar também a Mata Atlântica e ganha novos desdobramentos por meio do trabalho de artistas brasileiras e do patrocínio a uma produção cultural criada exclusivamente para o festival.

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Vale no Rock in Rio Brasil 2026 / Créditos: José Alessandro

Uma floresta vivenciada por imagens, sons e aromas

No gramado da Cidade do Rock, o estande da Vale terá como elemento central uma estrutura inspirada na vitória-régia, com dez metros de diâmetro e cinco metros de altura. Em uma experiência de aproximadamente dois minutos, imagens reais em alta definição, sons, aromas e texturas apresentarão referências da Amazônia e da Mata Atlântica. À noite, uma iluminação dinâmica em tons de rosa e verde fará alusão às mudanças de cor da flor da vitória-régia.

A estrutura apresentada pela Vale no The Town 2025 está sendo reutilizada no Rock in Rio Brasil 2026.

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Vale no Rock in Rio Brasil 2026 / Créditos: José Alessandro

Criação brasileira prolonga a experiência

No estande da Vale, ao final da imersão, o público poderá receber uma clutch criada especialmente para o festival, com estampas assinadas pelas artistas Renata Segtowick, do Pará, e Lu Bicalho, do Espírito Santo. A peça reúne interpretações visuais das artistas sobre os territórios onde vivem e trabalham.

Nascida em Belém, Renata Segtowick é artista visual e designer com cerca de 30 anos de trajetória entre arte, design e publicidade. Sua produção reúne referências à fauna, à flora, à ancestralidade e à cultura amazônica em composições visuais autorais.

“Levar a Amazônia para um festival como o Rock in Rio é uma oportunidade de mostrar que a floresta também é feita de arte, criatividade e pessoas. Espero que quem veja essa peça reconheça um pouco da beleza, da força e da identidade da região onde nasci”, afirma Renata Segtowick.

Do Espírito Santo, Lu Bicalho atua há duas décadas como ilustradora, muralista e artista visual. Cores, formas, texturas e volumes marcam uma produção que aproxima natureza, movimento e imaginação. Para a colaboração, a artista desenvolveu uma interpretação visual inspirada na Mata Atlântica.

“O convite foi transformar referências da natureza em linguagem visual. Busquei traduzir a delicadeza, as formas e o movimento da Mata Atlântica em uma estampa que desperte curiosidade sobre o bioma”, comenta Lu Bicalho.

Também serão distribuídas tatuagens temporárias que brilham no escuro, com desenhos inspirados na fauna e na flora brasileiras. Os itens criam conexão visual entre o estande e outra experiência patrocinada pela Vale no festival: o espetáculo ECCO by LightWire.

ECCO transforma natureza em experiência multissensorial

Criado exclusivamente para o Rock in Rio Brasil 2026 pela companhia brasileira LightWire e patrocinado pela Vale, o ECCO parte da ideia de que a floresta é a origem do som. Em uma arena de 780 m² na Cidade do Rock, sons surgem de diferentes pontos, enquanto bailarinos com figurinos iluminados por LED desenham no espaço folhas, raízes, flores, animais, água e fogo. A narrativa integra dança, música, imagens, luz e tecnologia em uma estrutura de mais de 12 toneladas, envolvendo o público com áudio espacial, iluminação, vento e névoa cênica.

A tecnologia é parte da linguagem artística do espetáculo: superfícies digitais transparentes aproximam imagens, luz e performance, enquanto sons e efeitos se movimentam pelo ambiente, criando sensações de profundidade e deslocamento. Apresentado cinco vezes ao dia durante o festival, o ECCO traduz em arte e inovação a narrativa de florestas que orienta a presença da Vale no Rock in Rio Brasil 2026, promovendo uma conexão sensorial com a natureza.

“O ECCO é uma criação artística concebida para envolver e surpreender o público a partir da natureza. Apoiar o espetáculo é uma forma de aproximar as pessoas da agenda de conservação de florestas da Vale. A arte amplia o diálogo e cria formas de conexão com a Amazônia e a Mata Atlântica, territórios onde a Vale mantém uma atuação concreta há décadas”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

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Vale no Rock in Rio Brasil 2026 / Créditos: José Alessandro

Uma travessia até o espetáculo

O percurso até o ECCO também fará parte da narrativa. Em parceria com o Instituto Megadiverso, a Vale preparou para o público, antes da entrada no ECCO, um portal que transforma o acesso ao espetáculo em uma travessia visual pelas florestas brasileiras.

A partir do conceito “Atravessar a floresta para transformar o olhar”, imagens, luz, sons, aromas e elementos interativos apresentam referências a rios voadores, vegetação e animais que emergem de partículas e se modificam ao longo do caminho. As representações dos animais foram desenvolvidas a partir de espécies presentes no BioParque Vale Amazônia, na Floresta Nacional de Carajás, no Pará. Sensível à presença humana, a experiência se altera com a passagem do público e apresenta a floresta como uma rede de relações em movimento.

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Vale no Rock in Rio Brasil 2026 / Créditos: José Alessandro

Por que Amazônia e Mata Atlântica

A presença dos dois biomas está relacionada à atuação da Vale nesses territórios. Ao todo, a companhia contribui para proteger cerca de 1 milhão de hectares de áreas naturais no mundo. Na Amazônia, a companhia atua há mais de 40 anos e contribui para a proteção de aproximadamente 800 mil hectares no Mosaico de Carajás, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

No Espírito Santo, a Reserva Natural Vale, em Linhares, mantém aproximadamente 22 mil hectares de Mata Atlântica preservada. Mantida pela Vale desde 1978 como espaço de conservação ambiental e pesquisa científica, a reserva também desenvolve atividades de educação ambiental e turismo ecológico.

Conteúdo original do Portal Minas em Dia.
Reprodução sem autorização não é permitida. Fonte:
https://minasemdia.com.br

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