A Vale ocupa a primeira posição no ranking das empresas que mais direcionaram recursos por meio de leis federais de incentivo no Brasil entre 2020 e 2025. O levantamento integra o Panorama dos Incentivos Fiscais 2026, lançado nesta terça-feira (26) pela Simbi, que analisa o comportamento de empresas e investidores na destinação de recursos incentivados no Brasil. O estudo destaca a Vale como responsável por 15,6% do total investido no período.
O levantamento mostra que cem grupos empresariais concentraram 60% dos recursos destinados a projetos sociais, culturais, esportivos, ambientais e de saúde nos últimos cinco anos. Na sequência da Vale aparecem Itaú Unibanco (7,8%), Nubank (4,9%), Petrobras (4,5%) e Ágora Investimentos (3,5%).
Ao todo, foram destinados R$ 26,8 bilhões via leis federais de incentivo nos últimos cinco anos. Segundo o levantamento, os setores financeiro, de seguros e atividades relacionadas representam 27% dos investidores presentes no ranking, seguidos pela indústria de transformação (23%) e pelas indústrias extrativistas (17%).
O reconhecimento reforça a atuação da Vale no apoio a iniciativas de impacto social e promoção do desenvolvimento sustentável em diferentes regiões do país. Em 2025, a companhia destinou cerca de 32% dos recursos de patrocínio em cultura e esporte para projetos que acontecem nas regiões norte e nordeste, evidenciando o potencial da política de renúncia fiscal para descentralizar o acesso a investimentos e ampliar o alcance territorial das iniciativas apoiadas. Esse mecanismo não apenas impulsiona o volume de recursos destinados a projetos, como também fortalece a articulação entre governo, empresas e sociedade civil na construção de soluções que geram transformação social efetiva.
“Os recursos incentivados fazem parte da estratégia da Vale de contribuir para o desenvolvimento social e humano, especialmente das comunidades onde estamos presentes. Reconhecemos na cultura e no esporte importantes vetores de inclusão, geração de oportunidades e fortalecimento dos territórios”, afirma Mariana Luz, diretora de Investimento Social Privado e Cultural da Vale.



