Divulgação: Prefeitura Municipal de João Monlevade / Portal Minas em Dia
A Prefeitura de João Monlevade, por meio da Vigilância em Saúde (Visa), imunizou 8.467 cães e gatos durante a Campanha de Vacinação Antirrábica Animal 2026, realizada nos dias 22 e 29 de agosto.
Ao todo, foram vacinados 7.017 cães e 1.450 gatos. Os números correspondem a 97,19% e 107,81%, respectivamente, da quantidade de animais estimada pelo Estado como público-alvo da campanha.
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Mais de 40 pontos de vacinação foram disponibilizados
A vacinação foi gratuita e destinada a cães e gatos a partir de três meses de idade.
Durante os dois dias da campanha, mais de 40 pontos foram disponibilizados em diferentes bairros do município, facilitando o acesso dos tutores à imunização.
Vacina continuará disponível até o final de outubro
Para ampliar ainda mais a cobertura vacinal, a vacina antirrábica continuará disponível no Canil Municipal até o final de outubro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 10h.
Segundo a coordenadora da Visa, Viviane Ambrósio, a continuidade da oferta da vacina é uma oportunidade para os tutores que não conseguiram levar seus animais durante os dias da campanha.
“Alcançamos um número muito expressivo de animais imunizados durante a campanha, mas queremos ampliar ainda mais essa proteção. Por isso, a vacina continuará disponível no Canil Municipal até o final de outubro. Orientamos os tutores que ainda não vacinaram seus cães e gatos a aproveitarem essa oportunidade e manterem a imunização em dia. A prevenção é a melhor forma de proteger os animais e também as pessoas”, destaca Viviane.
Vacinação é uma das principais formas de prevenção
A raiva é uma doença viral grave que pode ser transmitida aos seres humanos e apresenta alta taxa de letalidade.
A vacinação de cães e gatos é uma das principais medidas de prevenção, contribuindo para reduzir a circulação do vírus e proteger os animais, seus tutores, familiares e toda a comunidade.
Tutora destaca importância de manter as vacinas em dia
A empresária Luciana Reis, moradora do bairro Campos Elísios, levou suas duas cadelas para serem vacinadas e destacou a importância de manter os animais protegidos.
“Tenho cachorros há muitos anos e nunca deixei de levá-los para a vacinação. É importante para eles e também para nós, humanos. Quando optamos por ter um animal de estimação, precisamos cuidar com amor, carinho e responsabilidade, e isso inclui manter as vacinas em dia. Essas campanhas são extremamente importantes, porque com a raiva animal não se brinca”, afirmou.
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Como o município deve atuar diante de um empreendimento licenciado pelo Estado? Até onde vão as competências municipais na fiscalização ambiental? O que muda com a nova Lei Geral do Licenciamento? E quais instrumentos as prefeituras podem utilizar para acompanhar, controlar e compreender melhor as atividades desenvolvidas em seus territórios?
Questões como essas, cada vez mais presentes na rotina das administrações públicas, estarão no centro do próximo Encontro Técnico da AMIG Brasil (Associação Brasileira dos Municípios Mineradores). Com o tema “Gestão Ambiental na Prática: o Protagonismo dos Municípios”, o evento será realizado no dia 15 de setembro, em Belo Horizonte.
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Voltado aos municípios mineradores e afetados pela atividade mineral associados à entidade e convidados, o encontro terá um diferencial importante nesta edição: a participação de representantes da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais (FEAM). A proposta é criar um espaço de diálogo direto entre quem atua diariamente na gestão dos territórios e o órgão responsável por importantes atribuições da política ambiental no Estado.
O evento será realizado no auditório do Crea-MG, na Avenida Álvares Cabral, nº 1600, bairro Santo Agostinho, e terá vagas limitadas.
Gestão ambiental começa no território
A programação parte de uma realidade enfrentada diariamente pelas prefeituras: mesmo quando determinados processos de licenciamento estão sob responsabilidade de outras esferas de governo, é no município que os empreendimentos são instalados, as transformações territoriais acontecem e seus efeitos precisam ser acompanhados.
Por isso, compreender com clareza as atribuições municipais, os limites de atuação de cada ente federativo e os caminhos de cooperação com os órgãos estaduais é fundamental para uma gestão ambiental mais eficiente e segura.
Para o biólogo, doutor em Ecologia e consultor de Meio Ambiente da AMIG Brasil, Thiago Metzker, o encontro foi pensado justamente para transformar questões jurídicas e administrativas complexas em conhecimento aplicável ao cotidiano das equipes municipais.
“As prefeituras têm um papel cada vez mais relevante no licenciamento, no controle, na fiscalização e no acompanhamento do que acontece efetivamente em seus territórios. Um dos grandes desafios é compreender com clareza onde começa e termina a competência de cada ente e, principalmente, como construir uma interface eficiente entre Município e Estado. É essa discussão que queremos trazer para a prática durante o encontro”, explica Metzker.
Segundo ele, a presença da FEAM será uma oportunidade para aproximar as equipes municipais de quem conduz parte importante dessa agenda no âmbito estadual.
“A participação da FEAM agrega muito valor ao encontro porque permitirá aproximar prefeitos, secretários, gestores e equipes técnicas municipais do órgão estadual. Teremos a oportunidade de discutir a nova Lei Geral do Licenciamento, esclarecer competências, conhecer instrumentos disponíveis e, principalmente, aprimorar os fluxos de cooperação entre Estado e municípios”, destaca.
Competências municipais e nova Lei Geral do Licenciamento abrem os debates
O primeiro painel do encontro reunirá dois temas diretamente relacionados à atuação cotidiana das prefeituras: as competências municipais para o licenciamento, o controle e a fiscalização ambiental; e a nova Lei Geral do Licenciamento e a Certidão Municipal de Uso e Ocupação do Solo.
A discussão abordará as competências originárias dos municípios para licenciar atividades e empreendimentos de impacto local, nos termos da Lei Complementar nº 140/2011 e da DN Copam nº 213/2017, além das hipóteses de delegação de competências estaduais previstas no Decreto Estadual nº 46.937/2016.
A programação também pretende enfrentar uma situação recorrente nas prefeituras: como o Município deve proceder ao identificar irregularidades em empreendimentos cujo licenciamento é de responsabilidade do Estado? Serão discutidos os limites e as interfaces entre a atuação municipal e estadual e os fluxos de comunicação que devem ser adotados nesses casos.
Ainda no primeiro painel, a FEAM abordará as alterações introduzidas pela nova legislação, os procedimentos afetados, a aplicação do artigo 17 e o papel da Certidão Municipal de Uso e Ocupação do Solo nos processos de licenciamento ambiental.
Os palestrantes serão André Siuves, advogado e gestor ambiental do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Sisema), atualmente assessor da Diretoria de Apoio à Regularização Ambiental da Feam; e Amanda Mota Sant’Anna, advogada e gestora ambiental do Sisema, atualmente gerente da Gerência de Apoio à Regularização Ambiental Municipal da Feam.
Informação e inteligência para acompanhar o território
O segundo painel será dedicado à Cooperação Institucional e Inteligência Territorial, com apresentação de plataformas, bases de dados e ferramentas de acesso público disponibilizadas pelo Estado que podem auxiliar as administrações municipais no acompanhamento de seus territórios.
Também serão discutidos mecanismos de cooperação entre a FEAM, a SEMAD e as prefeituras para aprimorar os processos de licenciamento, fiscalização, controle e regularização ambiental.
O painel contará com Ana Paula Aleixo, engenheira ambiental e gestora ambiental do Sisema, atualmente na equipe da Gerência de Apoio à Feam; Amanda Mota Sant’Anna; e Carolina Machado, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) do Estado de Minas Gerais e atualmente exerce o cargo de Gerente da Gerência de Modernização e Estratégia em Regularização Ambiental – GME, da Feam.
Para Metzker, esse caráter aplicado é justamente um dos principais diferenciais do Encontro Técnico.
“Queremos um encontro objetivo, técnico e conectado à realidade territorial. Existe, de um lado, quem conduz os processos administrativos e, de outro, o município, que conhece o território, acompanha as atividades e terá de lidar diretamente com seus impactos. Aproximar essas duas realidades é essencial para melhorar a gestão ambiental.”
Uma manhã para levar conhecimento diretamente às prefeituras
O Encontro Técnico é destinado a prefeitos, secretários municipais de Meio Ambiente, procuradores, fiscais, técnicos ambientais, servidores responsáveis pelo licenciamento, fiscalização, planejamento e ordenamento territorial e demais gestores públicos dos municípios associados à AMIG Brasil.
A programação terá dois painéis técnicos, além de espaço para debates e perguntas. O credenciamento e o café de boas-vindas começam às 8h15, seguidos pela abertura institucional, com representantes da AMIG Brasil e da FEAM. As atividades técnicas começam às 9h e o encerramento está previsto para 11h30.
O consultor reforça o convite para que as prefeituras mobilizem não apenas seus gestores, mas especialmente os profissionais que lidam diariamente com essas questões. Mais do que apresentar conceitos, a intenção é fazer com que os participantes retornem às cidades com informações capazes de contribuir para a revisão de procedimentos, fluxos administrativos e práticas de gestão.
“Será uma excelente oportunidade para esclarecer dúvidas, trocar experiências e ampliar a capacidade de atuação de suas equipes. Nosso objetivo é que o conhecimento discutido durante o encontro possa ser levado diretamente para a prática, contribuindo para qualificar procedimentos, fluxos e decisões dentro das prefeituras”, afirma Metzker.
Serviço
Encontro Técnico AMIG Brasil – Gestão Ambiental na Prática: o Protagonismo dos Municípios
8h15 às 8h45 – Credenciamento e café de boas-vindas
8h45 às 9h – Abertura institucional Representantes da AMIG Brasil e da FEAM
9h às 9h50 – Painel 1: Competências Municipais para o Licenciamento, o Controle e a Fiscalização Ambiental; e Nova Lei Geral do Licenciamento e a Certidão Municipal de Uso e Ocupação do Solo Palestrantes: André Siuves e Amanda Mota Sant’Anna
9h50 às 10h – Intervalo e transição entre os painéis
10h às 10h45 – Painel 2: Cooperação Institucional e Inteligência Territorial Palestrantes: Ana Paula Aleixo, Amanda Mota Sant’Anna e Carolina Machado
10h45 às 11h – Intervalo e transição para debates e perguntas
11h às 11h30 – Debates, perguntas e encerramento
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A atriz Carla Jeffery, conhecida por trabalhos no Disney Channel e por participações em séries de televisão, morreu aos 33 anos. A informação foi confirmada por representantes da artista, segundo publicação da revista Vulture. A causa da morte não foi informada na reportagem consultada.
Carla construiu uma carreira marcada principalmente por papéis em produções voltadas ao público jovem, mas também acumulou créditos em séries de comédia e drama ao longo de cerca de duas décadas de atuação.
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Carla Jeffery ficou conhecida por ‘Zombies’
Um dos trabalhos de maior projeção da atriz foi como Bree, personagem da franquia “Zombies”, do Disney Channel. Ela participou do primeiro filme, lançado em 2018, e voltou ao papel nas sequências de 2020 e 2022, além de integrar a série animada derivada da produção.
Na história, Bree é uma aspirante a líder de torcida e amiga de Addison, uma das personagens centrais da franquia.
O sucesso de “Zombies” ajudou a ampliar a visibilidade de Carla Jeffery entre o público jovem e consolidou sua ligação com o Disney Channel.
Atriz também esteve em ‘Curb Your Enthusiasm’
Antes da franquia da Disney, Carla já havia participado de outras produções de destaque.
Em 2007, ela entrou para o elenco de “Curb Your Enthusiasm”, série criada e estrelada por Larry David. Na produção, interpretou Keysha Black durante duas temporadas. A personagem fazia parte da família Black, que passa a morar com Larry após os acontecimentos relacionados ao furacão Katrina.
A atriz também acumulou participações em títulos como “Southland”, “Shake It Up” e “American Vandal”.
Carreira começou ainda na infância
Nascida em Houston, nos Estados Unidos, em 1993, Carla Jeffery iniciou sua trajetória artística ainda jovem. Aos 12 anos, passou a integrar uma agência de talentos.
Seu primeiro papel no cinema foi em “Phat Girlz”, de 2006, no qual interpretou uma versão mais jovem da personagem de Mo’Nique.
A partir daí, a atriz construiu uma carreira principalmente na televisão, alternando participações em séries com papéis de maior duração.
Empresário lamentou a morte da atriz
O empresário de Carla publicou uma homenagem nas redes sociais após a confirmação da morte. Na mensagem, destacou que acompanhou o crescimento pessoal e profissional da artista por mais de 20 anos e ressaltou sua personalidade vibrante e seu talento.
A publicação também prestou homenagem ao sorriso e à presença marcante da atriz ao longo de sua trajetória.
Irmão gêmeo também trabalhou no Disney Channel
Carla Jeffery deixa o irmão gêmeo, Carlon Jeffery, que também seguiu carreira artística e participou de produções do Disney Channel.
Carlon integrou o elenco da série “A.N.T. Farm”, exibida pelo canal entre 2011 e 2013.
A morte de Carla encerra uma carreira iniciada ainda na infância e marcada por participações em produções que alcançaram diferentes gerações de espectadores.
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Divulgação / Créditos: Serviço Voluntário de Resgate – (SEVOR) / Portal Minas em Dia
Um jovem de 19 anos ficou ferido após uma colisão envolvendo uma motocicleta e um caminhão, nesta quarta-feira (2/9), na região de Getúlio Vargas, na entrada do Forninho.
Equipes de emergência foram mobilizadas para atender a ocorrência. Segundo as informações repassadas, quando os socorristas chegaram ao local, a vítima estava consciente e em decúbito dorsal, ou seja, deitada de costas.
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A vítima apresentava escoriações nos membros superiores e inferiores. Não foram informados, até o momento, detalhes sobre possíveis fraturas ou outras lesões.
Também não foram divulgadas informações sobre a dinâmica exata da colisão ou as circunstâncias que levaram ao acidente.
O atendimento contou com uma ampla mobilização de equipes de resgate e segurança.
O SEVOR participou da ocorrência com três viaturas. O SAMU deslocou uma Unidade de Suporte Avançado (USA), destinada a atendimentos que podem exigir recursos de maior complexidade.
Uma equipe da ArcelorMittal, com uma unidade de atendimento, também esteve no local, além da Polícia Militar.
Após os primeiros atendimentos, não foram fornecidas informações sobre a unidade de saúde para a qual o jovem teria sido encaminhado nem sobre sua condição clínica posterior.
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A Rede Mater Dei de Saúde está com 25 processos seletivos abertos em Minas Gerais, com oportunidades para profissionais de diferentes áreas e níveis de formação. As vagas estão distribuídas entre Belo Horizonte, Betim e Nova Lima.
A seleção reúne principalmente contratações pelo regime CLT, além de oportunidades de estágio. Entre os cargos disponíveis estão funções nas áreas de enfermagem, tecnologia da informação, administração, jurídico, desenvolvimento humano, hospitalidade, sistemas e manutenção.
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Os candidatos devem consultar os requisitos específicos de cada processo seletivo diretamente na página de recrutamento da vaga desejada.
A área de enfermagem aparece com forte presença entre os processos seletivos, incluindo oportunidades para auxiliares, técnicos, enfermeiros, supervisores, gerente e estudantes.
Também existem vagas fora da assistência direta ao paciente, com oportunidades em Tecnologia da Informação, Jurídico, Administração, Desenvolvimento Humano Organizacional, Hospitalidade, Sistemas, Eletrônica e gestão.
Os salários, benefícios, jornadas e requisitos específicos não estão detalhados na relação disponibilizada. Por isso, cada candidato deve consultar essas informações diretamente na página individual da vaga.
Como se candidatar às vagas da Rede Mater Dei
Para participar, o interessado deve clicar no link da oportunidade desejada e seguir as orientações da plataforma de recrutamento utilizada pela Rede Mater Dei.
Como os processos seletivos podem ser alterados ou encerrados após o preenchimento das posições, a recomendação é conferir a disponibilidade da vaga e concluir a candidatura o quanto antes.
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Fundação São Francisco Xavier (FSFX) está com novos processos seletivos abertos para profissionais e estudantes em diferentes cidades do país. A maior concentração de oportunidades está em Ipatinga, no Vale do Aço, mas também há vagas em Itabira, Belo Horizonte, Betim, Vitória, Cubatão, Araucária e Taubaté.
A FSFX informa que atua desde 1969 e possui mais de 6 mil colaboradores. A instituição administra unidades hospitalares em Ipatinga e Itabira, além da Usisaúde, Centro de Odontologia Integrada, serviços de saúde ocupacional e o Colégio São Francisco Xavier.
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Vagas da Fundação São Francisco Xavier em Ipatinga
Ipatinga concentra a maior quantidade de oportunidades disponíveis no levantamento, abrangendo saúde, tecnologia, administração, recursos humanos, educação e serviços hospitalares.
Analista de Compliance Sênior
A vaga é para profissional de nível sênior e prevê contratação pelo regime CLT. Entre as exigências estão formação superior completa e especialização em Compliance ou área relacionada.
O profissional será responsável pela liderança estratégica da área de Tecnologia da Informação, envolvendo transformação digital, dados, segurança da informação e inovação.
A oportunidade exige formação superior completa em Enfermagem e registro ativo no Coren. O profissional atuará com análise e autorização de procedimentos e auditoria de demandas assistenciais.
O profissional atuará na assistência em urgência e emergência. A vaga exige graduação em Enfermagem, Coren ativo e conhecimento relacionado ao Protocolo de Manchester. O contrato informado é determinado, por 120 dias.
A função envolve apoio às rotinas administrativas e assistenciais das unidades de cuidados especiais. É exigido Ensino Médio completo e conhecimentos de informática.
A oportunidade é voltada a profissional responsável por pequenos reparos no enxoval hospitalar. A Fundação exige Ensino Fundamental completo e experiência com costura.
A vaga é destinada a estudantes de Administração, Ciências Contábeis e áreas relacionadas. O estágio possui jornada de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira.
A oportunidade é destinada a estudantes regularmente matriculados em Nutrição. O contrato previsto é de um ano, com possibilidade de renovação por mais um ano.
O cargo envolve supervisão das equipes e dos processos de higienização, gestão de recursos e acompanhamento de indicadores. É exigida formação superior em área compatível.
O profissional atuará na coleta e recebimento de amostras biológicas, identificação e distribuição de materiais para os setores técnicos. É necessário curso Técnico em Enfermagem completo e, em caso de contratação, Coren-MG ativo.
A oportunidade é temporária, com previsão de quatro meses, para atuação na área da Usiminas no Porto de Vitória. É necessário curso técnico completo em Segurança do Trabalho e experiência anterior na função.
Fundação tem vagas de estágio, nível técnico e cargos de liderança
A seleção chama atenção pela variedade dos perfis procurados. Há oportunidades desde funções operacionais até cargos estratégicos, como a Superintendência de Tecnologia da Informação, além de vagas para enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais de Recursos Humanos, farmacêuticos, nutricionistas, dentistas e estudantes.
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O picão-preto (Bidens pilosa) é uma planta bastante conhecida no Brasil. Presente em quintais, terrenos, pastagens e áreas agrícolas, muitas vezes é vista apenas como uma erva espontânea. Entretanto, a espécie também possui uma longa história de utilização na medicina popular e tornou-se objeto de estudos científicos sobre seus compostos e possíveis propriedades biológicas.
O interesse científico é significativo a ponto de o Bidens pilosa integrar a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde (ReniSUS). O Ministério da Saúde publicou inclusive uma monografia específica reunindo informações botânicas, farmacológicas, toxicológicas e de segurança disponíveis sobre a espécie.
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A presença nessa relação, porém, não significa que todos os benefícios atribuídos popularmente ao picão tenham eficácia clínica comprovada. O próprio Ministério da Saúde ressalta que a inclusão de uma planta nas monografias de interesse do SUS não representa, necessariamente, comprovação de eficácia e segurança para todos os usos.
O que é o picão-preto?
O picão-preto pertence à família Asteraceae e tem como nome científico Bidens pilosa. Trata-se de uma espécie encontrada em diversas regiões do mundo e muito comum no território brasileiro.
Uma de suas características mais conhecidas são as pequenas sementes alongadas e escuras que se prendem facilmente às roupas, aos pelos de animais e a outros materiais.
Apesar de ser frequentemente considerada uma planta invasora na agricultura, diferentes partes da espécie são utilizadas tradicionalmente como alimento ou preparação medicinal em várias regiões do mundo. Revisões científicas descrevem dezenas de usos tradicionais atribuídos ao Bidens pilosa.
Picão-preto serve para quê?
Na medicina popular, preparações feitas com picão são historicamente associadas a diversas finalidades. Entre elas estão problemas digestivos, inflamações e alterações metabólicas.
Isso não significa, entretanto, que a planta possa ser considerada tratamento comprovado para essas condições.
A pesquisa científica tem identificado diferentes substâncias no Bidens pilosa, incluindo flavonoides, poliacetilenos e outros compostos bioativos. A partir deles, pesquisadores investigam possíveis atividades antioxidantes, anti-inflamatórias, metabólicas e antimicrobianas.
Grande parte das evidências disponíveis ainda provém de experimentos laboratoriais ou estudos realizados em animais. Portanto, os resultados não podem ser automaticamente aplicados aos seres humanos.
1. Potencial antioxidante
Uma das áreas mais estudadas do picão-preto é sua possível atividade antioxidante.
Os antioxidantes são substâncias capazes de participar da proteção celular contra processos relacionados ao chamado estresse oxidativo. Pesquisas laboratoriais identificaram compostos presentes no Bidens pilosa com esse tipo de atividade.
Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou justamente o perfil fitoquímico e o potencial antioxidante e anti-inflamatório da espécie. Os autores encontraram resultados promissores na literatura científica, embora a tradução dessas descobertas para aplicações clínicas ainda dependa de mais estudos.
Por isso, é mais correto dizer que o picão apresenta potencial antioxidante em pesquisas, e não que seu consumo seja comprovadamente capaz de prevenir ou tratar doenças.
2. Propriedades anti-inflamatórias são investigadas
Outro campo de interesse científico envolve os possíveis efeitos anti-inflamatórios de compostos presentes na planta.
Pesquisas experimentais têm observado mecanismos capazes de interferir em processos associados à inflamação. A revisão sistemática publicada em 2025 encontrou evidências experimentais que sustentam o interesse científico nessa área.
Ainda assim, faltam ensaios clínicos robustos que permitam estabelecer doses, indicações e resultados terapêuticos seguros para pessoas.
Consequentemente, o picão não deve substituir medicamentos anti-inflamatórios ou tratamentos prescritos por profissionais de saúde.
3. Picão-preto e diabetes
Um dos temas que mais despertam interesse é a relação entre o Bidens pilosa e a glicose sanguínea.
A espécie possui histórico de utilização tradicional relacionado ao diabetes em diferentes regiões do mundo. Estudos experimentais também investigaram substâncias presentes no picão e seus possíveis efeitos sobre o metabolismo da glicose.
Porém, a existência desses estudos não significa que o chá de picão seja um tratamento comprovado para diabetes.
Revisões da literatura destacam a necessidade de estudos clínicos mais rigorosos antes que a planta possa ser recomendada como tratamento médico.
Quem possui diabetes e utiliza medicamentos também deve ter atenção especial, já que combinar plantas com potencial efeito metabólico e medicamentos pode produzir respostas imprevisíveis.
4. Possível ação antimicrobiana
Pesquisas laboratoriais também têm investigado extratos do Bidens pilosa contra diferentes microrganismos.
Esse tipo de pesquisa é importante para descobrir novas moléculas ou compostos com potencial farmacológico.
Entretanto, obter atividade contra microrganismos em laboratório é muito diferente de demonstrar que um chá ou extrato consegue tratar uma infecção em seres humanos.
Assim, o picão-preto não deve substituir antibióticos, antifúngicos ou qualquer medicamento prescrito para infecções.
5. Picão e o fígado: o que realmente se sabe?
No Brasil, uma das associações populares mais conhecidas é entre o chá de picão e problemas relacionados ao fígado ou à icterícia.
Há estudos experimentais sobre propriedades biológicas da planta que ajudam a explicar por que ela continua despertando interesse científico.
Porém, é importante diferenciar uso tradicional de eficácia médica comprovada.
Não há base suficiente para afirmar que beber chá de picão “limpa”, “desintoxica” ou cura doenças do fígado.
Sintomas como pele amarelada, olhos amarelados, urina escura ou dor abdominal podem estar relacionados a problemas que precisam de avaliação médica.
6. Picão-preto pode ajudar na digestão?
Preparações da planta aparecem na medicina tradicional em contextos relacionados ao sistema digestivo.
A literatura científica registra diversos usos etnomedicinais do Bidens pilosa, incluindo problemas gastrointestinais.
Entretanto, novamente existe diferença entre um uso tradicional e uma indicação comprovada por estudos clínicos.
Problemas digestivos persistentes, principalmente quando acompanhados de dor intensa, vômitos, sangue nas fezes ou perda inexplicada de peso, precisam de investigação profissional.
Chá de picão-preto
Uma das formas tradicionais mais conhecidas de utilização da planta é por meio de infusão ou outras preparações aquosas.
Contudo, existe uma dificuldade importante: não há uma dose universal cientificamente estabelecida para o consumo caseiro de picão com finalidade terapêutica.
A concentração dos compostos pode variar de acordo com:
parte da planta utilizada;
espécie e variedade;
local de cultivo;
época da colheita;
método de secagem;
quantidade utilizada;
tempo de preparo;
armazenamento.
Por isso, receitas encontradas na internet não devem ser automaticamente consideradas seguras ou clinicamente eficazes.
Picão-preto é seguro?
Esse é um ponto particularmente importante.
Embora a planta seja utilizada tradicionalmente e pesquisas em animais tenham encontrado tolerabilidade em determinadas condições experimentais, as informações sobre toxicidade sistêmica em humanos continuam limitadas.
Uma revisão científica sobre o Bidens pilosa destacou que estudos toxicológicos completos em seres humanos ainda são insuficientes e que também faltam dados sólidos sobre possíveis interações com medicamentos.
Experimentos realizados em animais não podem ser usados para estabelecer uma dose segura para pessoas.
Quem deve ter cuidado com o picão?
Devido à ausência de dados clínicos suficientes para diversas situações, o consumo medicinal exige cautela principalmente para pessoas que:
utilizam medicamentos regularmente;
possuem doenças crônicas;
fazem tratamento para diabetes ou alterações da glicemia;
estão grávidas ou amamentando;
pretendem oferecer preparações da planta a crianças;
apresentam doenças hepáticas ou renais;
possuem histórico de alergia a plantas.
Nesses casos, o aconselhamento de um médico, farmacêutico ou outro profissional habilitado é especialmente importante.
Picão pode interagir com medicamentos?
Esse ainda é um dos pontos pouco esclarecidos pela ciência.
Revisões científicas apontam que as possíveis interações entre Bidens pilosa e medicamentos ainda precisam ser estudadas adequadamente em humanos.
Essa ausência de dados não significa que as interações não existam.
Pelo contrário: quando uma planta contém substâncias biologicamente ativas, existe a possibilidade de interferência na ação de medicamentos ou no metabolismo do organismo.
Natural não significa automaticamente seguro
Um erro comum envolvendo plantas medicinais é acreditar que, por serem naturais, não apresentam riscos.
Medicamentos também podem ter origem em substâncias encontradas na natureza. O que determina segurança não é apenas a origem, mas fatores como dose, concentração, forma de uso, condição clínica e interação com outras substâncias.
O próprio Ministério da Saúde alerta que as plantas incluídas nas monografias de interesse do SUS não possuem, necessariamente, eficácia e segurança comprovadas para todos os usos atribuídos a elas.
O que a ciência diz atualmente sobre o picão?
O cenário científico pode ser resumido da seguinte maneira: o Bidens pilosa é uma planta farmacologicamente interessante, rica em diferentes compostos e com resultados experimentais que justificam novas pesquisas.
Há estudos investigando atividades antioxidantes, anti-inflamatórias e relacionadas ao metabolismo, entre outras.
Ao mesmo tempo, pesquisadores destacam que ainda são necessários estudos clínicos rigorosos para transformar essas descobertas em recomendações médicas bem estabelecidas.
Essa diferença é essencial.
“Possui atividade em laboratório” não é sinônimo de “trata uma doença em pessoas”.
Picão-preto faz parte das plantas de interesse do SUS
A inclusão do picão-preto na ReniSUS é um dado relevante.
O Ministério da Saúde mantém a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS, composta por espécies consideradas relevantes para pesquisa e desenvolvimento na área de plantas medicinais e fitoterápicos.
O Bidens pilosa está entre essas espécies e possui uma monografia específica elaborada pelo Ministério da Saúde.
Esses documentos procuram sistematizar informações científicas sobre identificação botânica, composição, segurança, eficácia e outros aspectos.
A presença na ReniSUS, portanto, significa interesse para pesquisa e avaliação, e não que o SUS recomende automaticamente o chá da planta para tratar doenças.
Afinal, picão-preto faz bem?
A resposta mais responsável é: a planta possui compostos e propriedades biológicas promissoras, mas muitos dos benefícios divulgados popularmente ainda não estão comprovados em seres humanos.
O Bidens pilosa apresenta uma longa história de uso tradicional e uma quantidade relevante de pesquisas experimentais. Isso torna a espécie interessante para a ciência e para o desenvolvimento futuro de fitoterápicos.
Mas ainda são necessários estudos para determinar com maior segurança:
quais benefícios realmente ocorrem em humanos;
qual seria a dose adequada;
quais preparações funcionariam;
durante quanto tempo poderiam ser utilizadas;
quais seriam os efeitos adversos;
quais medicamentos poderiam interagir com a planta.
Até que essas respostas estejam mais bem estabelecidas, o uso medicinal do picão deve ser encarado com cautela e não como substituto de diagnóstico ou tratamento médico.
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O Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas (ICEA), campus da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) em João Monlevade, retoma as atividades acadêmicas nesta quarta-feira, 2 de setembro. A decisão ocorre após a suspensão preventiva das atividades adotada na última quinta-feira, 27 de agosto, com o objetivo de garantir a segurança da comunidade universitária.
De acordo com a UFOP, uma reunião realizada na tarde de segunda-feira, 31 de agosto, definiu novas medidas de segurança para o campus. A Polícia Militar se comprometeu a intensificar o policiamento no entorno do ICEA e a manter contato direto com a direção da unidade. A própria Universidade também informou que reforçará a segurança interna do campus.
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Atividades administrativas já foram retomadas
Antes do retorno das aulas, as atividades administrativas foram retomadas na terça-feira, 1º de setembro. A partir desta quarta-feira, o Restaurante Universitário do ICEA também volta a funcionar normalmente.
A Reitoria da UFOP e a Direção do Instituto informaram ainda que seguem acompanhando o processo judicial relacionado ao caso. Segundo a Universidade, o processo foi remetido à Justiça Federal, enquanto a instituição mantém diálogo para definir os encaminhamentos considerados necessários.
Entenda por que as atividades foram suspensas
A suspensão das atividades acadêmicas havia sido determinada pela Diretoria do ICEA na quinta-feira, 27 de agosto.
Segundo a informação oficial divulgada pela UFOP, a medida foi tomada de maneira preventiva após uma série de ameaças atribuídas a um estudante contra outros alunos, professores e integrantes da direção do Instituto. O objetivo da suspensão foi preservar a segurança da comunidade acadêmica enquanto as providências relacionadas ao caso eram adotadas.
Com as novas medidas anunciadas, estudantes e professores voltam às atividades acadêmicas nesta quarta-feira, enquanto o policiamento deverá ser reforçado nas proximidades da unidade.
Segurança será reforçada no entorno do campus
Além do policiamento externo, a Universidade informou que haverá reforço da segurança interna do ICEA.
A atuação conjunta entre instituição e forças de segurança ocorre diante da necessidade de garantir condições para a retomada das atividades presenciais e maior tranquilidade aos estudantes, professores, técnicos e demais integrantes da comunidade universitária.
A UFOP não informou, no comunicado, detalhes adicionais sobre o processo judicial ou sobre eventuais medidas adotadas em relação ao estudante citado no episódio.
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O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) 2026 já começou a ser exigido em Minas Gerais para veículos com placas terminadas em 1, 2 e 3. A fiscalização passou a cobrar o documento atualizado a partir de 1º de setembro, seguindo o calendário escalonado adotado no estado.
Para emitir o CRLV 2026, o proprietário precisa estar com as obrigações do veículo regularizadas. Isso inclui o pagamento do IPVA, da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual (TRLAV), de eventuais multas vencidas e a inexistência de impedimentos que bloqueiem a emissão do documento.
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Calendário do CRLV 2026 em Minas Gerais
A exigência ocorre de acordo com o último número da placa do veículo:
Finais 1, 2 e 3: CRLV 2026 exigido desde 1º de setembro;
Finais 4, 5 e 6: documento será exigido a partir de 1º de outubro;
Finais 7, 8, 9 e 0: exigência começa em 1º de novembro.
Os proprietários devem ficar atentos porque o calendário se refere ao momento em que o documento atualizado passa a ser cobrado nas fiscalizações.
Mais de 4 milhões de veículos ainda estavam sem o CRLV
Às vésperas do início da fiscalização, Minas Gerais tinha uma frota de 13.879.240 veículos, dos quais 9.358.964 já estavam com o CRLV 2026 regularizado.
Isso significa que cerca de 4,5 milhões de veículos ainda não possuíam o documento atualizado naquele momento.
O número reforça a necessidade de os proprietários consultarem a situação do veículo antes de circular, especialmente aqueles com placas finais 1, 2 e 3.
Qual é a multa por dirigir sem o CRLV 2026?
Circular com veículo que não esteja devidamente licenciado é considerado infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro.
O motorista flagrado pode receber:
multa de R$ 293,47;
sete pontos na CNH;
remoção do veículo até que a situação seja regularizada.
Por isso, mesmo que outros débitos tenham sido pagos, é importante confirmar se o CRLV 2026 já foi efetivamente liberado no sistema.
Como emitir o CRLV 2026
O documento pode ser utilizado em formato digital ou impresso. O motorista pode acessar os serviços oficiais de trânsito de Minas Gerais para consultar a situação do veículo e emitir o certificado.
Antes da emissão, é necessário verificar se todos os débitos e impedimentos foram baixados no sistema. Caso o pagamento já tenha sido realizado e o CRLV ainda não esteja disponível, a orientação é consultar possíveis pendências cadastrais.
O documento eletrônico tem a mesma validade jurídica da versão impressa e pode ser apresentado durante uma abordagem de trânsito.
Com o início da cobrança, motoristas de veículos com placas finais 1, 2 e 3 devem se certificar de que o documento de 2026 está atualizado antes de circular pelas vias mineiras.
Quem possui veículo com finais 4, 5 e 6 ainda tem setembro para regularizar a documentação antes do início da exigência em outubro. Para placas finais 7, 8, 9 e 0, a fiscalização com o documento de 2026 começa em novembro.
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