CENIBRA amplia mobilidade inclusiva com novos ônibus adaptados para colaboradores

Créditos: CENIBRA

A CENIBRA (Celulose Nipo-Brasileira) reforçou seu compromisso com a inclusão ao incorporar cinco novos ônibus com plataforma elevatória à frota de transporte coletivo utilizada por seus colaboradores.

A iniciativa amplia significativamente a mobilidade de trabalhadores que dependem do transporte diário, garantindo mais acessibilidade, segurança e conforto.

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Inclusão e autonomia no ambiente de trabalho

De acordo com a empresa, a medida faz parte de uma visão mais ampla de inclusão, entendida como um direito fundamental. O investimento em veículos adaptados contribui para promover autonomia e dignidade às pessoas com deficiência, além de fortalecer o sentimento de pertencimento dentro do ambiente corporativo.

O líder do grupo de afinidade “Pessoas Capazes e Determinadas”, Leandro Pinho, destacou a importância da iniciativa, ressaltando que a adaptação do transporte coletivo é essencial para assegurar igualdade de condições no dia a dia dos colaboradores.


Frota moderna e acessível

Atualmente, cerca de 60% dos ônibus da frota já contam com plataforma elevatória, e a meta da empresa é atingir 100% de acessibilidade.

Além disso, todos os veículos são equipados com tecnologia de “ajoelhamento”, sistema que reduz a altura do ônibus para facilitar o embarque e desembarque, beneficiando não apenas pessoas com deficiência, mas todos os usuários do serviço.


Estratégia voltada à sustentabilidade

A ação integra o plano estratégico da companhia, conhecido como BioSustentação, que reúne iniciativas voltadas à inovação, responsabilidade social e ao cuidado com as pessoas.

Itatiaia

Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil

Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) pela organização não governamental ACT Promoção da Saúde, em parceria com a Agência Bori, mostra que a inflação de alimentos no Brasil se configura como um fenômeno estrutural, que encarece mais os produtos frescos em comparação com os ultraprocessados. 

O levantamento foi elaborado pelo economista Valter Palmieri Junior, doutor em desenvolvimento econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Segundo ele, a inflação dos alimentos no Brasil não pode ser atribuída exclusivamente a questões sazonais ─ oscilações temporárias que tendem a se corrigir espontaneamente quando a estação muda. O estudo aponta o exemplo de alta no preço do tomate durante a entressafra.

O economista também defende que a inflação dos alimentos não pode ser só explicada por fatores conjunturais, que seriam variações por eventos não recorrentes, que podem durar meses ou poucos anos. Um exemplo é a desvalorização súbita do câmbio.

O estudo classifica a inflação da alimentação como estrutural, composta por pressões permanentes que não se resolvem sozinhas e exigem mudanças no modo como a economia está organizada.

“A inflação é estrutural, pois não decorre apenas de choques temporários, é específica, porque está associada às características históricas do modelo de desenvolvimento brasileiro”, escreve o pesquisador no estudo.

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Alta acima da inflação

Em quase 20 anos, o custo da alimentação do brasileiro subiu 302,6%, ou seja, multiplicou por quatro, enquanto a inflação geral do país foi de 186,6%. Isso significa que, de junho de 2006 a dezembro de 2025, o encarecimento da comida supera em 62% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como inflação oficial.

Para efeito de comparação, Palmieri Junior mostra que nos Estados Unidos, no mesmo período, o nível de preços dos alimentos ficou cerca de 1,5% acima da inflação geral.

O pesquisador ressalta que no Brasil, quando acontece algum tipo de crise e os preços dos alimentos sobem muito, há resistência de recuo.

“Aumentar é fácil, mas depois, em algum momento, cair um pouco, isso é muito difícil. Vi isso em relação a alguns outros países”, disse em conversa com jornalistas para apresentar o estudo.

Ao detalhar os grupos alimentícios do custo da comida no Brasil, a pesquisa revela que os itens que mais subiram foram: 

  • Tubérculos, raízes e legumes (359,5%), 
  • Carnes (483,5%) e 
  • Frutas (516,2%) 

Saudáveis x ultraprocessados

O levantamento mostra que a perda do poder de compra é mais sentida em alimentos in natura.

“Se uma pessoa destinasse, por exemplo, 5% do salário mínimo para comprar alimentos em 2006, hoje, com essa mesma proporção, ela conseguiria levar mais produtos ultraprocessados e menos alimentos saudáveis”, diz.

Entre 2006 e 2026, o poder de compra para frutas caiu cerca de 31%; e para hortaliças e verduras, 26,6%.

Já para compra de refrigerantes (+23,6%) e embutidos como presunto (+69%) e mortadela (+87,2%), aumentou.

Pelo lado dos ultraprocessados, o economista explica que o barateamento está associado ao fato de ter elementos como os aditivos, “que são industriais, com menos oscilação de preço”. Outro ponto é o fato de serem cultivos de “monotonia”, quando o solo é usado insistentemente para poucos tipos de alimentos, o que reduz a resiliência do cultivo.

“Poucos ingredientes básicos, como trigo, milho, açúcar e óleo vegetal, passam a ser transformados em milhares de produtos distintos por meio da adição de aditivos químicos”, diz.

Para o professor, o menor efeito da inflação nos alimentos ultraprocessados direciona as escolhas, fazendo as pessoas a comprar produtos menos saudáveis.

“Você vai tendo uma mudança nos padrões de consumo a partir disso”.

Uma pesquisa divulgada hoje pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou os fatores que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas.   

Modelo exportador

Um dos fatores que levam ao aumento persistente dos preços, assinala, é a inserção internacional do Brasil e o modelo agroexportador.

O fato de o país ser um dos maiores exportadores de alimentos do mundo faz com que a prioridade dos produtores seja vender para outros países e receber o valor da produção em dólares, em vez de direcionar para o mercado interno.

Na década de 2000, mostra o estudo, o país exportava 24,2 milhões de toneladas de alimento e importava 14,2 milhões de toneladas. Em 2025, as exportações saltaram para 209,4 milhões de toneladas, enquanto as importações ficaram em 17,7 milhões.

“Esse indicador mostra a quantidade líquida de alimentos produzidos no país cujo destino é o mercado externo, reforçando o papel do Brasil como grande exportador e aumentando a influência do mercado internacional sobre os preços internos”, afirma.

O direcionamento para exterior faz com que os produtores brasileiros deem prioridade para itens que são mais demandados em outros países, como soja, milho e cana de açúcar.

A área dedicada ao cultivo dessas culturas passou de 41,93 milhões de hectares em 2006 para 79,30 milhões de hectares em 2025. Essa diferença é maior que todo o território da Alemanha (35,7 milhões de hectares).

No mesmo período, a área dedicada ao cultivo de arroz, feijão, batata, trigo, mandioca, tomate e banana encolheu de 10,22 milhões de hectares para 6,41 milhões de hectares. Para efeito de comparação, o estado da Paraíba se estende por 5,64 milhões de hectares.

Insumos mais caros

Outro elemento apontado como causa do encarecimento recorrente dos alimentos é o custo dos insumos agrícolas, como fertilizantes, defensivos, colheitadeiras e outras máquinas.

O estudo comparou preços dos triênios 2006-2008 e 2022-2024 e identificou os seguintes aumentos na moeda real:

  • fertilizantes: 2.423%.
  • herbicidas e reguladores de crescimento: 1.870%
  • colheitadeiras: 1.765%
  • inseticidas: 1.301%
  • ureia (fertilizante nitrogenado): 981%
  • peças e partes de máquinas agrícolas: 667%

Para o pesquisador, isso reflete a ausência de uma estratégia de desenvolvimento, com expansão de commodities (matérias-primas negociadas em grandes quantidades e preços internacionais) baseada em insumos e tecnologias controlados por oligopólios de países desenvolvidos.

O autor explica que há um ciclo vicioso que se reflete nos preços internos.

“Isso afetou o preço para todo mundo, inclusive para aquele pequeno produtor de feijão. Ele nem exporta, mas vai pagar o alto custo do preço dos insumos, e esse custo vai ser repassado para o preço do feijão”, exemplifica.

Concentração

Essa dependência é associada a outro fator que, na visão de Palmieri Junior, leva à inflação dos alimentos: a concentração da cadeia produtiva.

No estudo, ele revela que apenas quatro empresas estrangeiras de sementes respondem por 56% do mercado global.

No caso de empresas pesticidas, quatro companhias de fora do país abocanham 61% do mercado.

Nas máquinas agrícolas, 43% do mercado equivalem à participação de quatro empresas estrangeiras.

Na indústria alimentícia, prossegue o estudo, cinco marcas de duas empresas têm participação de 74,2% no mercado de margarina brasileiro.

Situação semelhante acontece no mercado de massa instantânea (73,7%). Cinco marcas de três empresas alcançam 83% do mercado de chocolates/bombom.

Inflação invisível

O economista cita que a inflação dos alimentos é ainda pior do que mostram os números, por causa da “inflação invisível”, que não é possível de ser medida. Ele classifica como esse fenômeno os produtos que mantêm o preço, mas alteram os ingredientes, acrescentando itens mais baratos em detrimento dos mais caros, fazendo com que o produto final perca qualidade.

Um exemplo é o sorvete, que passa a receber menos leite e mais açúcar. O mesmo acontece com o chocolate, que perde cacau em pó e ganha açúcar.

“Se o custo é reduzido piorando a qualidade, e vende com o mesmo preço, é uma inflação que não é computada pelos órgãos de pesquisa. Como você vai captar isso?”, questiona.

Soluções

A publicação aponta alguns caminhos com capacidade de reverter a trajetória inflacionária da comida.

“O preço da comida não é apenas uma variável econômica. Expressa escolhas políticas, distributivas e civilizatórias sobre o modelo de sociedade que se pretende construir”, frisa o autor.

Entres as sugestões estão:

  • desconcentração produtiva e fortalecimento das economias locais
  • reequilíbrio entre exportação e abastecimento interno
  • fortalecimento de estruturas como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Centrais de Abastecimento dos estados (Ceasas)
  • ampliação de acesso à terra
  • crédito à produção condicionado a produção para o mercado interno

Palmieri Junior citou o exemplo de países desenvolvidos, como Estados Unidos e europeus, que realizaram reformas agrárias.

“Significa fazer com que a terra seja mais acessível a um conjunto da população. Isso contribui para uma soberania alimentar”, defende.

Para ele, a reforma agrária é benéfica para interesses do capitalismo.

“Se o alimento é barato, sobra mais dinheiro para o cidadão comprar outras coisas que o capitalismo está produzindo e lucrando muito mais”, avalia.

“Se para a população de um país, boa parte da renda tem que ser destinada para alimento, outros setores produtivos são prejudicados”, completa.

Itatiaia

Dólar cai para R$ 5,17 e bolsa sobe com expectativas sobre guerra

O dólar recuou para abaixo de R$ 5,20, e a bolsa brasileira avançou nesta terça-feira (31), em meio ao aumento do apetite global por risco diante de sinais de possível desescalada da guerra no Oriente Médio. Investidores reagiram a declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, e do Irã, Masoud Pezeshkian, que indicam abertura para encerrar o conflito, o que aliviou a tensão nos mercados.

O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,179, com queda de R$ 0,069 (-1,31%). A cotação iniciou o dia em leve baixa, mas ampliou a queda no meio da tarde, após as notícias de distensionamento na guerra no Oriente Médio.

A cotação está no menor nível desde 11 de março, quando tinha fechado em R$ 5,15. Apesar do impacto do conflito, o dólar subiu apenas 0,87% no mês. No primeiro trimestre do ano, registra queda de 5,65%, o que garantiu ao real o melhor desempenho entre as principais moedas em 2026.

Bolsa

O Ibovespa acompanhou o cenário externo positivo e fechou em alta de 2,71%, aos 187.462 pontos, impulsionado pela recuperação das bolsas nos Estados Unidos.

Apesar do avanço no dia, o índice acumulou queda de 0,70% em março, pressionado pela aversão global ao risco ao longo do mês. No trimestre, porém, o desempenho foi expressivo: alta de 16,35%, a melhor para o período desde 2020.

O fluxo de capital estrangeiro e a expectativa de alívio no conflito ajudaram a sustentar o desempenho positivo, embora analistas alertem que o cenário ainda é sensível a novas escaladas militares.

Petróleo

Os preços do petróleo oscilaram ao longo do dia, refletindo a mesma expectativa de trégua no conflito. O barril do tipo Brent para junho caiu cerca de 3% para US$ 103,97, após reportagens de veículos estadunidenses informarem que o Irã estaria disposto a encerrar a guerra sob determinadas condições.

Mesmo com a recente queda, o petróleo fechou março com valorização de cerca de 40%, impulsionado por riscos à oferta global, especialmente devido às tensões no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto da produção mundial.

*com informações da Reuters

Itatiaia

BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo

O Banco de Brasília (BRB) anunciou na noite desta terça-feira (31) que não divulgará o balanço consolidado de 2025 dentro do prazo legal, ampliando a incerteza sobre sua situação financeira. A decisão ocorre em meio à crise desencadeada por operações com o Banco Master e deve aumentar a pressão de reguladores e investidores sobre a instituição.

A legislação brasileira determina que instituições financeiras publiquem suas demonstrações financeiras anuais até o fim de março. O prazo termina às 23h59 desta terça, sem a divulgação dos números pelo BRB, que não informou uma nova data.

Em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco afirmou que precisa concluir os trabalhos de auditoria forense relacionados à operação Compliance Zero, além de avaliar os possíveis impactos dessas investigações nos resultados.

Segundo a instituição, o adiamento busca garantir “fidedignidade, transparência e integridade” das informações prestadas a acionistas e ao mercado.

Auditoria

A auditoria em andamento investiga operações realizadas com o Banco Master, que estão sob suspeita de irregularidades. O BRB informou que a análise envolve tanto a apuração dos fatos quanto a mensuração dos efeitos contábeis dessas transações.

A conclusão desse processo é considerada essencial para que o banco apresente números consistentes, o que, na prática, impede a divulgação imediata do balanço.

Além disso, o banco também não apresentou, como era esperado, um plano detalhado para cobrir os prejuízos decorrentes dessas operações.

Regras

Com o descumprimento do prazo, o BRB terá de prestar esclarecimentos a órgãos reguladores como o Banco Central (BC) e a CVM.

As normas da CVM preveem a aplicação de multa diária pelo atraso na divulgação de informações obrigatórias. Embora o impacto financeiro dessas penalidades seja limitado, especialistas apontam que o dano reputacional tende a ser mais significativo.

Em situações mais extremas, caso o atraso persista por período prolongado, o banco pode até ter suspenso seu registro como companhia aberta, o que impediria a negociação de suas ações no mercado.

Impacto

A ausência dos resultados financeiros aumenta a incerteza entre investidores e analistas, que seguem sem visibilidade sobre o tamanho das perdas e a real situação patrimonial do banco.

O cenário tende a elevar a volatilidade dos ativos ligados ao BRB, com oscilações mais intensas e frequentes nos preços, refletindo maior percepção de risco.

Além disso, o atraso pode pressionar ainda mais a avaliação de risco da instituição, com impacto potencial em seu rating e no custo de captação de recursos.

Crise

A atual crise do BRB teve origem na aquisição de cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master, operação que passou a ser investigada por suspeitas de fraude.

O caso levou à liquidação do Banco Master e provocou perdas relevantes para o BRB. A crise afetou o capital mínimo prudencial, reserva que instituições financeiras são obrigadas a manter para garantir estabilidade e absorver choques, do banco.

Diante do avanço das investigações, o Banco Central intensificou o monitoramento sobre o banco nos últimos meses.

Pressão

O episódio aumentou a pressão sobre a gestão do BRB, que agora precisa apresentar soluções para recompor o capital, passo considerado essencial para restaurar a confiança do mercado.

Oficialmente, o banco afirma que tem solidez e um plano estruturado de capitalização. No entanto, investidores permanecem cautelosos diante da falta de divulgação dos dados e das incertezas sobre o tamanho do prejuízo, estimado em pelo menos R$ 8 bilhões, podendo chegar a R$ 13 bilhões, segundo uma auditoria independente.

Itatiaia

Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado

Mais de 80% dos estados brasileiros indicaram adesão à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda, informou a pasta em nota conjunta divulgada com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A proporção de 80% das 27 unidades da Federação significa que 22 ou 23 aceitaram a proposta do governo.

Oficialmente, a Fazenda não divulga as unidades da Federação que não aderiram. A assessoria da pasta informou que não pode repassar as informações porque as conversas ainda não foram concluídas

Mais cedo, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida provisória com o subsídio sai ainda esta semana. Embora a subvenção não exija o compromisso de todos os governadores, o ministro explicou as negociações para conseguir a adesão de todas as unidades da Federação contunuam.

De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação.

Proporção

Segundo o comunicado, a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição.

A iniciativa terá duração limitada, com o objetivo de evitar impactos fiscais permanentes. A adesão é voluntária, conforme discutido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão deliberativo que reúne os secretários estaduais da área, acima do Comsefaz.

O texto também estabelece que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas.

“A iniciativa reforça o diálogo cooperativo entre União e estados na busca por soluções conjuntas para o mercado de combustíveis, com foco na previsibilidade de preços, na segurança do abastecimento e na manutenção do equilíbrio das contas públicas em todos os níveis de governo”, ressaltou a nota conjunta.

Itatiaia

BNDES lança plataforma que reunirá dados de operações de crédito

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) lançam, nesta quarta-feira (1°/4), em Brasília, o Observatório do Crédito para o Desenvolvimento (OCD).

A plataforma reunirá e tornará públicos dados de recursos do crédito direcionado no país, a fim de permitir a análise dos impactos na economia e no desenvolvimento, além da elaboração de políticas públicas.

De acordo com o Banco Central, o crédito direcionado refere-se a operações regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) ou vinculadas a recursos orçamentários destinados, basicamente, à produção e ao investimento de médio e longo prazos aos setores imobiliário, rural e de infraestrutura.

As fontes de recursos são as parcelas das captações de depósitos à vista e da caderneta de poupança, além de fundos e programas públicos.

“Com o observatório, será possível avaliar impactos importantes do crédito, como a geração de emprego e renda, e até mesmo a redução nas emissões de gases de efeito estufa. Além disso, vai promover o debate técnico-científico de alto nível, fundamentado em dados”, explica o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa.

A presidente da ABDE, Maria Fernanda Coelho, destaca a função estruturante da plataforma.

“O observatório estruturará metodologias capazes de mensurar efeitos econômicos, sociais e ambientais, monitorando a eficiência do crédito e apoiando a tomada de decisão por formuladores de políticas e órgãos reguladores. É inteligência aplicada ao serviço de desenvolvimento.”

Desenvolvimento do sistema

O observatório vai contar com financiamento do BNDES nos primeiros 12 meses e prevê a participação de outras instituições do Sistema Nacional de Fomento (SNF).

A plataforma será criada no primeiro ano, a partir da parceria entre a ABDE e uma instituição de ensino superior a ser definida, que dará apoio técnico-científico para a curadoria de dados e o desenvolvimento de metodologias. A formalização da parceria está prevista para maio de 2026, com início das atividades técnicas nos meses seguintes.

As primeiras publicações devem ocorrer ainda em 2026.

Itatiaia

Sine Congonhas divulga vagas nesta segunda-feira

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O Sine de Congonhas inicia a semana com diversas oportunidades de emprego disponíveis nesta segunda-feira, 1º de abril, contemplando vagas em áreas como construção civil, comércio, indústria e serviços. Há postos para funções operacionais, técnicas e administrativas, com exigências que variam entre ensino fundamental e superior, além de opções que não exigem experiência.

As vagas atendem tanto moradores de Congonhas quanto candidatos de cidades da região, ampliando as possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

Vagas do Sine Congonhas

Açougueiro III (supermercado)

  • Vagas: 3
  • Escolaridade: Ensino fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.815,30
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Corte, desossa e preparo de carnes, atendimento ao cliente, organização do setor. Cartão alimentação, presença premiada, plano de saúde e odontológico, day off

Ajudante de obras

  • Vagas: 14
  • Escolaridade: Fundamental incompleto/completo
  • Experiência: 6 meses ou não exige
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras, inclusive na área da CSN. Benefícios incluem alimentação, transporte, plano de saúde, odontológico, seguro de vida, prêmio assiduidade e academia

Armador

  • Vagas: 40
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras civis. Benefícios incluem alimentação, plano de saúde, seguro de vida e possibilidade de alojamento

Assistente de planejamento

  • Vagas: 1
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: 1 ano
  • Salário: R$ 2.096,42
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Apoio em cronogramas, indicadores, controle de produção e documentação. Necessário CNH B. Benefícios incluem assistência médica, odontológica e ticket alimentação

Assistente de operações / logística de transporte

  • Vagas: 1
  • Escolaridade: Ensino médio em curso
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.500,00
  • Local: Moradores de Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Controle de cargas, pesagem, relatórios e auditorias. Benefícios incluem transporte, plano de saúde, cesta básica e premiação

Balconista / atendente de açougue

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Ensino fundamental completo
  • Experiência: Não exige
  • Salário: R$ 1.744,33
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Atendimento ao cliente, pesagem e organização. Cartão alimentação, plano de saúde, odontológico e day off

Carpinteiro

  • Vagas: 40
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.375,00 ou à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras, inclusive na CSN. Benefícios incluem alimentação, plano de saúde, seguro de vida e alojamento

Eletricista (máquinas pesadas)

  • Vagas: 10
  • Escolaridade: Técnico em elétrica
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas, Lafaiete e Ouro Branco
  • Atribuições/Benefícios: Manutenção elétrica de máquinas pesadas. Benefícios incluem plano de saúde, transporte, alimentação e previdência

Encarregado de setor (supermercado)

  • Vagas: 1
  • Escolaridade: Ensino superior completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 3.247,87
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Gestão de perdas, equipe e segurança. Benefícios incluem plano de saúde, alimentação e day off

Gestor / operador de câmara fria

  • Vagas: 3
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: Não exige
  • Salário: R$ 1.885,00
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Controle de armazenamento e estoque. Benefícios incluem alimentação, plano de saúde e odontológico

Maçariqueiro

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras com benefícios completos, incluindo transporte, alimentação e seguro

Marteleteiro

  • Vagas: 13
  • Escolaridade: Fundamental
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.131,00 ou à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Benefícios incluem alimentação, plano de saúde e prêmio assiduidade

Mecânico junior

  • Vagas: 15
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.000,00
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Vaga temporária com possibilidade de prorrogação. Benefícios incluem alimentação e bônus

Mecânico montador I

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.712,50
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Benefícios incluem alimentação, transporte, plano de saúde, gympass e seguro

Menor aprendiz (auxiliar administrativo)

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Ensino médio em curso
  • Experiência: Não exige
  • Salário: R$ 712,99
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Apoio administrativo. Benefícios incluem vale transporte e cesta básica

Montador de andaime

  • Vagas: 6
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras com benefícios e alojamento

Motorista de ônibus

  • Vagas: 1
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Necessário CNH D e curso específico. Benefícios incluem transporte e alimentação

Oficial de construção civil

  • Vagas: 10
  • Escolaridade: Fundamental incompleto
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.448,60
  • Local: Congonhas, Lafaiete e Ouro Branco
  • Atribuições/Benefícios: Atuação em obras com benefícios e deslocamento semanal

Oficial de serviços gerais

  • Vagas: 10
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: Não exige
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Serviços braçais com benefícios completos

Operador de caixa

  • Vagas: 5
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: Não exige
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Presença premiada e convênios

Operador de equipamentos pesados (mineração)

  • Vagas: 20
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e Conselheiro Lafaiete
  • Atribuições/Benefícios: Operação de máquinas pesadas. Necessário CNH D ou E

Pedreiro

  • Vagas: 8
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 2.375,00
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Benefícios incluem alimentação, plano de saúde e academia

Promotor de vendas

  • Vagas: 1
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 1.630,00
  • Local: Moradores de Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Comissão, transporte e convênios

Repositor (supermercado)

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Ensino fundamental completo
  • Experiência: Não exige
  • Salário: R$ 1.721,98
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Organização de estoque e reposição. Benefícios completos

Servente de obras

  • Vagas: 83
  • Escolaridade: Fundamental completo/incompleto
  • Experiência: Não exige ou 6 meses
  • Salário: R$ 1.999,39 ou à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Apoio em obras com benefícios e possibilidade de alojamento

Sinaleiro

  • Vagas: 8
  • Escolaridade: Fundamental
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: R$ 1.976,02
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Benefícios incluem alimentação e plano de saúde

Soldador

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Fundamental completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas e região
  • Atribuições/Benefícios: Benefícios incluem alimentação e seguro

Vendedor interno

  • Vagas: 2
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Experiência: 6 meses
  • Salário: à combinar
  • Local: Congonhas
  • Atribuições/Benefícios: Transporte, convênios e presença premiada
Fonte: Mais Minas
Itatiaia

Folia Zé Bandarra 2026 movimenta Itabira com quatro dias de cultura, inclusão e celebração popular

Itabira se prepara para viver um grande momento da sua tradição cultural com a realização da Folia Zé Bandarra 2026, evento que celebra a alegria popular e homenageia uma das figuras mais marcantes da cultura local.

A festa acontece entre os dias 16 e 19 de abril de 2026, no Clube Campestre Metabase, reunindo uma programação diversificada, gratuita e pensada para todos os públicos, consolidando-se como um dos principais eventos culturais do calendário regional.

Inspirada no legado de Zé Bandarra, símbolo de animação, identidade e valorização das manifestações culturais, a folia reforça o papel da cultura como instrumento de encontro, pertencimento e fortalecimento da comunidade.

 

Programação reúne blocos, música e diversidade cultural

Durante quatro dias, o público poderá acompanhar uma intensa programação com blocos e atrações que representam diferentes estilos e expressões culturais.

A abertura, na quinta-feira (16/04), começa às 19h com o Bloco Euterpe, seguida pelo Bloco Arco-Íris, às 21h, e encerramento com o Bloco do cantor Alexandre Peixe, às 22h — artista reconhecido nacionalmente, com forte presença na música baiana e trajetória ligada ao axé e às grandes micaretas do país.

Na sexta-feira (17/04), a programação tem início às 19h com o Bloco E Agora Mô Fi, seguido por DJ Vitiello (20h), Imagina Samba (21h) — grupo de destaque no cenário do pagode romântico nacional — e Gustavo Costa, às 22h30, nome conhecido do sertanejo que vem ganhando espaço no circuito regional.

O sábado (18/04) terá atividades ao longo de todo o dia, começando às 15h com o Bloco Filhos de Nandy. Na sequência, se apresentam DJ Scooth (16h), Kayke Andley (18h), Supremacia (20h) e, encerrando a noite, o Bloco Akatu, às 21h30 — grupo mineiro que se destaca no cenário do samba e pagode.

No domingo (19/04), a programação começa ao meio-dia com ensaio aberto, oficina de percussão e apresentações dos blocos Kalangodum. Às 15h, o Bloco Sambez realiza uma homenagem especial a Zé Bandarra. O encerramento da festa fica por conta do Bloco do Vinni, às 17h, e do Bloco Axtral (20h) – grupo brasileiro de samba e pagode originário de Belo Horizonte, Minas Gerais.

 

Evento aposta em inclusão, acessibilidade e ambiente familiar

Mais do que uma programação musical, a Folia Zé Bandarra 2026 se destaca pelo compromisso com a inclusão e a diversidade. O evento contará com estrutura acessível e ambiente preparado para garantir conforto, segurança e participação de todos.

Outro diferencial é a Área Kids, disponível durante todos os dias, com brinquedos, oficinas e atividades recreativas, reforçando o caráter familiar da festa.

 

Cultura como direito e transformação social

Gratuita e aberta ao público, a Folia Zé Bandarra reafirma o acesso à cultura como um direito, promovendo integração social e valorização das expressões artísticas locais.

A iniciativa fortalece a identidade cultural de Itabira e mantém viva a tradição das manifestações populares que marcam a história da cidade.

 

📍 Evento: Folia Zé Bandarra 2026
📅 Data: 16 a 19 de abril de 2026
📌 Local: Clube Campestre Metabase
🎟️ Entrada: Gratuita

 

Projeto realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Apoio Institucional: Sindicato Metabase.

Realização: Instituto Alcântara, Ministério da Cultura, Governo Federal, do lado do povo brasileiro.

Projeto Claro Enigma promove exibição comentada de filme no Memorial Carlos Drummond de Andrade

O projeto Claro Enigma realiza, hoje, 31 de março (terça-feira), às 19h, mais uma edição de sua proposta de exibição de filmes comentados no Memorial Carlos Drummond de Andrade, em Itabira. A iniciativa busca ampliar o acesso ao cinema e estimular o debate sobre temas contemporâneos por meio da linguagem audiovisual.

Nesta edição, será exibido o filme “Precisamos Falar com os Homens?”, produção que propõe uma reflexão sobre a participação masculina na luta por igualdade de gênero. O documentário aborda questões relacionadas à desconstrução do machismo e às masculinidades tóxicas, destacando como a equidade pode ser benéfica para toda a sociedade.

Após a exibição, o público é convidado a participar de um momento de conversa e troca de ideias, característica central do projeto Claro Enigma, que tem como objetivo fomentar o pensamento crítico e aproximar a comunidade de temas relevantes por meio do cinema.

O Claro Enigma é um projeto de exibição de filmes comentados realizado no Memorial Carlos Drummond de Andrade, consolidando-se como um espaço de diálogo, reflexão e formação cultural em Itabira.

Câmara de São Gonçalo divulga seu informativo referente ao mês de março

O “Você na Câmara” destaca as principais ações da Casa Legislativa no terceiro mês do ano.

A Câmara Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo disponibilizou a edição de março de 2026 do informativo “Você na Câmara”, reunindo as principais ações, projetos e atividades do Legislativo ao longo do mês.

A publicação destaca a aprovação de indicações e projetos, ações do PROCON no Mês do Consumidor, atendimentos do CAC, além de iniciativas como o Parlamento Jovem e as novidades da 14ª edição do Cidadão Legal.

O informativo completo já está disponível para acesso online. Para conferir todos os detalhes, acesse: https://www.camarasaogoncalo.mg.gov.br/arquivo/download/3540/categoria/10009/voce_na_camara__informativo_mensal_marco_2026

PDF em anexo.